domingo, 11 de novembro de 2012

UFC e seu magnífico torneio de gostosas para a escolha de uma nova ring girl

Os atrativos menos suspeitos no evento onde os distintos lutadores casca-grossas roçam os bagos na cara de outrem conhecido como Ultimate Fighting Championship são sem sombra de dúvidas as ring girls. Arianny Celeste, Brittney Palmer e Kenda Perez provam foto após foto, plaquinha de round após plaquinha de round o quanto são fodas.

Atenta a isso, a organização vez ou outra promove um evento onde novas gostosas são selecionadas para adentrar o plantel, seja para fazer aparições esporádicas em eventos ou para dar o ar da graça no Strikeforce. Foi o caso de Vanessa Hanson, escolhida ano passado e que tem aparecido como “guest octagon girl”. E uma nova seleção está acontecendo atualmente lá nos USA.
Aproveitaram os festejos do US Open de surf que rolou em Huntington Beach para a triagem das centenas de cocotas que compareceram por lá. E depois de duríssimas provas eliminatórias onde as moças tiveram que provar aos desafortunados juízes o quanto são gostosas, as três finalistas aí foram escolhidas – Saina, Danielle e Cailtin, respectivamente:



Por questões de elegância não tecerei comentários a respeito de Saina. E só para os senhores terem uma noção do material que os jurados tiveram para avaliar AND julgar, aí vai uma galeria com fotos de trocentas e quatorze das candidatas, cada uma segurando uma folha de papel com seu nomezinho. Até para provar que conseguem segurar uma placa de maneira edificante.

Tem umas aí que só por Dr. Rey, mas há bastante vitória também. Mais algumas fotos de cada uma delas podem ser vistas aqui. E concordo com os caras do Cage Potato. O UFC REALMENTE deveria correr atrás dessa moça

Diga olá para Kang Ye-bin, a nova ring girl do UFC Made in Korea

A moça da foto ao lado, ostentando orgulhosa, além das belas tufinhas, a placa de primeiro round do UFC, é uma delicinha, como os senhores podem observar. Mas notem também aos 40 segundos desse vídeo que ela também tem uma bundinha bastante interessante!



Seu nome é Kang Ye-bin, e ela já é famosinha lá pelas bandas da Coreia do S
ul, onde inclusive apresenta um programa sobre artes marciais. Sendo gostosa AND representando alguma coisa para o MMA, a organização resolveu chamá-la para ser a primeira ring girl coreana no Ultimate Macau, que acontece na China no dia 10 de novembro. Coreia, China, esse povo é tudo igual mesmo, então tanto faz né, gente?
Seja como for, a moça afirma estar bastante animada com a oportunidade, e deseja inclusive desbancar a TETÉIA MASTER da categoria em termos de gostosice, Arianny Celeste:
Estou muito animada para ser a primeira ring girl da Coreia. Sou estou um pouco ansiosa para fazer um bom trabalho, tentarei o meu melhor. Espero levantar o espírito dos nossos lutadores coreanos no UFC. [...]
Quero parecer mais sexy que Arianny Celeste.
Eu acho que elas deveriam resolver a peleja no octógono. Coberto de gel. <3
E fique aí refletindo sobre o assunto enquanto admira algumas das fotos de Kang para a Maxim coreana de outubro, com temática halloweenística:








sábado, 10 de novembro de 2012

Abra o olho pessoal ! 27 anos do inacreditável “filho único” de Tex



Juarez anuciação dos santos

Setembro foi um mês especial para os texianos de todo planeta. Para a alegria e para a tristeza. Tristeza porque foi nesse mês que o grande editor e argumentista Sergio Bonelli faleceu, uma perda irreparável. Mas alegria porque também foi nesse mês que nasceu o “irmão” de Sergio (ele próprio o considerava assim), o granítico ranger Tex Willer!!!!
E foi também nesse mês que chegou aos olhos dos italianos o inacreditável filho único de Tex!!! Não, não falo de Kit Willer, e sim do “filho único” cinematográfico do ranger. A “cria” eternizada na película  Tex e il Signore degli abissi.
Inacreditável filho único, pois, apesar da Itália ser a terra do western-spaghetti, e o ranger Tex ser a sua principal personagem de banda desenhada, só há um filme até hoje do justiceiro!
A mesma terra dos Césares que já é muito famosa pela gastronomia, pelos bólides de competição, e pelos escândalos políticos, além de tudo isso, tem muita fama também devido exactamente ao seu cinema, e o próprio “western-spaghetti” é um sub-género criado pelos filhos da velha bota.



Então com esse “quadro” cinéfilo, era de se imaginar que, tendo em seu próprio território a maior personagem do mundo das histórias em quadradinhos de faroeste, sucesso em suas bancas desde 1948 (e ao longo do tempo sempre sendo um dos mais vendidos), os italianos aproveitassem o farto material à disposição (e de elevada qualidade), e lançassem vários filmes baseados nessa personagem, o granítico ranger Tex Willer, criação dos seus conterrâneos Giovanni Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini. Mas por incrível que pareça, somente um único filme foi feito até hoje.
Esperava-se muito mais, até porque o cinema italiano era muito forte: até o norte-americano Clinton Eastwood Junior, mais conhecido por Clint Eastwood, nascido em 1930 (San Francisco), só alcançou uma carreira vitoriosa no cinema após cruzar o Atlântico e ir trabalhar em O Magnífico Forasteiro (lançado depois como Por um punhado de dólares, em 1964), filme dirigido por um director desconhecido (à época) Sergio Leone – um dos inventores do western-spaghetti.
A ideia de se levar Tex à grande tela ou à televisão, tinha surgido nos anos 1960, e ganhou mais força na segunda metade dos anos 1970, onde se pensou até em Charlton Heston para interpretar o ranger. Mas a interferência de G. L. Bonelli que queria participar da produção acabou por inviabilizar a realização da película. No início dos anos 1980, o assunto voltou à tona e ganhou corpo quando Bonelli finalmente abdicou de participar da produção (mas não de incluir seu filho, Giorgio, entre os guionistas).



O próprio G. L. Bonelli também fez uma aparição no filme da seu personagem: interpretou um velho feiticeiro indígena, fazendo uma ponta no início do filme, além de emprestar a sua voz para a narrativa do desfecho.
Assim nasceu o filme Tex e il Signore degli abissi, (em Portugal, Tex Willer, o Pistoleiro e no Brasil, Tex e o Senhor do Abismo), mas somente após o guião ter passado por revisão onze vezes. Inicialmente filmado para a televisão e piloto para uma futura série com treze capítulos, ao final decidiu-se lançar no cinema. Foi uma produção conjunta RAI Radiotelevisione e Cinecittà, com o actor Giulianno Gemma no papel principal, escolhido pelo público com 72% dos votos para interpretar a personagem, superando nomes como Paul Newman, que ficou em segundo lugar nas pesquisas.  A película estreou em Setembro de 1985 nos cinemas italianos, e ainda contou com a participação de William Berger, Isabel Russinova, Carlo Mucari, Peter Berling, Flavio Bucci e Aldo Sambrell.



O guião foi baseado na história El Morisco, escrita por G. L. Bonelli e desenhada por Guglielmo Lettèri, que saiu nos números italianos 101 – El Morisco, 102 – Sierra Encantada e 103 – Il Signore dell Abisso, de Tex. No Brasil correspondeu aos números 40 – O bruxo mouro, 41 – O mistério das pedras venenosas e 42 – A caverna do Vale dos Gigantes (de Junho a Agosto de 1974), sendo mais tarde republicada na série Tex Coleção, nos números 146 a 149, e também em Tex Edição História 57 (porém as cenas iniciais do filme foram inspiradas na parte inicial de outra história: Mesa dos esqueletos – Tex italiano nº. 188 e 189, no Brasil Tex 124 (Junho de 1981) – republicada na série Tex Coleção, nos números 240 e 241.



As cenas externas foram rodadas na Espanha e as internas em Roma. Dos vários problemas enfrentados pelo director Duccio Tessari (famoso por Ringo -Uma pistola para Ringo, O retorno de Ringo – ambos de 1965, e Zorro em 1975 com Alain Delon) o pior foi o baixo orçamento: para se ter uma ideia, como comparativo, o orçamento era inferior ao que havia sido gasto apenas na cena inicial do filme 007 Na mira dos assassinos, lançado no mesmo ano – 1985.
A trama central do filme gira em torno do mistério da morte de pessoas que têm seus corpos petrificados em segundos depois de atingidas por misteriosas pedras esverdeadas, que são extraídas em poços vulcânicos no interior de uma enorme caverna onde vive o Senhor do Abismo do título.



O filme é controverso e divide opiniões: recebeu severas criticas do público em geral e dos especialistas do sector, por considerarem que ficou com carácter televiso e não cinematográfico, e por ficar preso aos quadradinhos. Não acharam o enredo apropriado para um primeiro filme, pois esperavam um filme de puro western, no entanto, como ocasionalmente ocorria em algumas histórias de Tex, misturou-se à aventura argumentos fantasiosos (que nas revistas até hoje fazem sucesso). Já os fãs adoraram ver o seu herói no cinema, apesar de observarem algumas deficiências na produção, consideraram ter sido em grande parte um retrato fiel aos quadradinhos. Num ponto todos concordaram: os efeitos especiais foram fracos (mesmo para o padrão da época) e poderiam ter sido melhores. Com essa repercussão, até a pretensa série televisiva de Tex após o filme, foi abortada.



Em outros países ocorreram coisas curiosas no lançamento: na Dinamarca, França e Alemanha, a divulgação deu-se por meio de pósteres bizarros, onde o desenho mostrava Tex como se fosse um novo Indiana Jones (e com um chicote que não é usado no filme). Tentaram aproveitar o sucesso do segundo filme do arqueólogo, lançado em 1984 – Indiana Jones e o Templo da Perdição. Em Portugal, foi exibido como Tex, o pistoleiro, e no Brasil, foi distribuído em VHS, na época pela FJ Lucas Vídeo – Tex e o Senhor do Abismo. Há alguns anos saiu a versão em DVD, no Brasil lançado pela ClassicLine – Tex e os Senhores do Abismo. Mas, em ambos os casos saíram com o nome traduzido erroneamente, sendo que o correcto é: Tex e o Senhor dos Abismos. Ainda não há versão em Blu-ray tanto no Brasil como na Itália.



Os fãs da personagem italiana e do cinema western aguardam que um dia surja um novo filme, só que desta vez melhor filmado, de puro faroeste e realmente adaptado à mídia cinematográfica, para fazer jus à grandiosidade da personagem. Até porque, histórias com altíssima qualidade para gerarem excelentes filmes, são uma constante na trajectória editorial do herói bonelliano

O Filme de Tex Willer por José Carlos Francisco

Sergio Bonelli, eterno. A homenagem de Ezequiel Guimarães

Por Ezequiel Guimarães



Parece que foi ontem, ou melhor, parece que nunca aconteceu. Parece que se formos à Via Buonarroti em Milão, ainda iremos encontrá-lo lá em sua sala abarrotada com inúmeras pranchas e publicações de diversos profissionais da 9a. arte, extremamente atarefado em seus diversos afazeres. Afazeres que ele tanto amou e que o tornaram um dos grandes expoentes mundiais na editoria quadrinhística.
Sim, o tempo não pára. Já faz um ano que o mítico editor e argumentista Sergio Bonelli, partiu para as pradarias de Manitu, e agora ao redor de uma bela fogueira conversa com outros que o antecederam na grande passagem. Está lá alegremente ao lado do pai (G.L.), de Galep, e de tantos outros génios dos quadradinhos.
Sim, já faz um ano… Era o dia 26 de Setembro do ano passado (2011), quando o mundo quadrinhístico foi surpreendido pelo anúncio imprevisto de sua morte, após uma curta e inesperada doença.


Sergio, nascido em 2 de Dezembro de 1932 em Milão, não era só o chefe-maior, mas também o coração, a alma e o cérebro da editora que leva o seu nome: SBE – Sergio Bonelli Editore, que de pequena empresa familiar iniciada por seus pais em 1939 (com o nome de Redazione Audace), tornou-se, sob seu comando, a maior editora de quadradinhos da Itália, e uma das maiores editoras europeias, abordando diversos géneros, como faroeste, policial, sobrenatural, aventura, ficção científica e outros, com personagens como Tex (que já passou da 600ª. edição italiana, e é o mais longeva das personagens de banda desenhada de faroeste do mundo, no sub-segmento realístico, e principal título da casa), Dylan Dog, Dampyr, Zagor, Julia, Martin Mystère, Mister No, Nick Raider, Ken Parker, Judas, Leo Pulp, História do Oeste, Nathan Never, Mágico Vento, entre tantos outros. Suas publicações chegaram ao patamar de mais de 2 milhões de unidades mensais vendidas em todo o mundo, e alcançou diversos países como Brasil, Argentina, Turquia, Espanha, Croácia, Israel,  Índia, Finlândia, Estados Unidos, França, Eslovénia e Noruega.
Sergio era um apaixonado pelos quadradinhos desde criança, quando ganhava revistas de vários editores italianos que tinham contacto com seu pai, Giovanni Luigi Bonelli (que na época trabalhava como argumentista freelance até tornar-se editor de si mesmo, e viria a ser o criador do ranger Tex, principal personagem da editora até hoje). Giuseppe Caregaro, Gino Casarotti e Agostino Della Casa, foram alguns desses editores que com revistas de Saetta, Volpe, Maciste, Dick Fulmine – além de outros, fizeram a alegria do jovem leitor (que foi também grande fã do Fantasma).



Ainda na infância, nos anos 1940, sua residência era a “redacção” da iniciante editora, que era dirigida e administrada por sua mãe, Tea Bonelli. Isso fez com que o garoto Sergio crescesse convivendo com autores que lançaram os alicerces dos quadradinhos italianos, como Albertarelli, Canale, Caprioli, os irmãos Cossio, e tantos outros (inclusive seu pai) que iriam influenciar o futuro editor-argumentista.
Logo passou a ajudar em muitas actividades da nascente empresa (até respondia carta dos leitores). Em Junho de 1952, participou ao lado de sua mãe da inovação que foi a mudança no formato das revistas e criou com isso um novo padrão que é seguido até hoje na Itália, e que passou a ser conhecido como formato bonelliano – a página composta por três tiras de vinhetas. Na época, muitas revistas populares tinham uma tira só por página, e eram do tamanho de um talão de cheques (depois passaram a duas tiras por página), isso porque havia falta de papel nos anos pós-Segunda Guerra Mundial. Até surgiu depois o termo “bonellide” para designar as personagens que seguem o “padrão” bonelliano, mas não são publicados pela SBE.



Após terminar os estudos, assumiu o comando da editora (em 1957), e substituiu sua mãe (nessa época a editora mudou o nome para Edizioni Araldo). Com o passar dos anos, tornou-se um dos maiores editores de banda desenhada, e um Editor “completo”, pois num mercado onde muitos editores só actuam na área administrativa, Sergio actuava em tudo: além da administração, também actuava editorialmente no sector artístico das suas personagens (argumentos, roteiros e desenhos). Lia todas as histórias antes de publicá-las. Analisava, sugeria, modificava, cortava partes de histórias que achava não convir à característica daquela personagem, tanto nos textos como nos desenhos, ou até “engavetava” histórias por achar que não condiziam com a postura editorial para aquele herói. Como exemplo, no dia 18 de Novembro do ano passado (2011) foi para as bancas italianas o TexLe iene di Lamont (As Hienas de Lamont), após ter ficado 7 anos “engavetado” por Sergio (que tinha vetado 11 páginas que tiveram que ser refeitas pelo desenhador).  Acompanhava tudo de muito perto, até mesmo a música de espera no telefone da editora foi escolhida por ele.



Ao longo do tempo editou variadas séries, formatos e personagens, e nas décadas de 1980 e 1990, inovou novamente ao criar edições especiais – e depois novas séries baseadas nelas, com propostas diferentes para a personagem de maior sucesso da editora – Tex : uma com argumentistas e outra com desenhadores, em ambos os casos diferentes dos habituais. Além disso, com outras diferenças: uma no volume de páginas (que equivaliam a 3 edições juntas da série regular), e outra num formato inédito para Tex: grande, próximo do formato magazine. Isso era um grande risco, pois toda personagem que tem um público muito grande e cativo, normalmente tem neles leitores avessos a alterações tão importantes, principalmente quando se trata dos dois pilares dos quadradinhos, ou seja, o roteiro e a arte. Ainda mais que até essa época Tex só havia tido três argumentistas: seu pai, ele mesmo e Claudio Nizzi. Mas mais uma vez Sergio obteve amplo sucesso, tanto que as séries perduram até hoje (Albo Speciale e MaxiTex na Itália , Tex Gigante e Tex Anual no Brasil).



Anos depois lançou algo incomum, até então, em suas publicações: novas personagens, mas apenas em mini-séries ou maxi-séries. Sergio foi muito além de editor: seguiu o exemplo paterno e criou personagens clássicas como Zagor (em 1960 – do qual foi o argumentista por quase 20 anos, e que continua a ser publicado) e Mister No (em 1975). Ambos foram lançados também no Brasil. Usava o pseudónimo Guido Nolitta, para não se beneficiar da fama do sobrenome Bonelli (já famoso nesse período devido às criações do seu pai, sobretudo Tex). Roteirizou também algumas histórias de Tex, e chegou até a superar seu pai, pois, uma dessas histórias, El Muerto, foi considerada como a melhor história da personagem Tex em votação na Internet no site temático brasileiro TEXBR.
Teve a visão de preparar seu filho Davide Bonelli para comandar a editora após a sua partida. Parece algo óbvio, mas muitos empresários cometem o erro de não fazê-lo. No ano passado, muitos fãs ficaram apreensivos com o futuro, pois Davide iria se concentrar apenas na área administrativa e não na área editorial artística, como Sergio fazia. Mas, um profissional do alto gabarito de Sergio, já havia pensado em tudo: cercou o filho de experientes executivos, em ambas as áreas (administrativa e principalmente a artística), e Davide está há um ano comandando muito bem os rumos da nau bonelliana, seguindo a estratégia traçada pelo pai.



Naquele 26 de Setembro de 2011 e dias adjacentes, prestamos nossas homenagens ao grande Sergio Bonelli e lamentamos muito sua partida. Hoje voltamos a prestar-lhe homenagem por um ano de seu desaparecimento do nosso campo material, mas ele continua vivo em nossas mentes diariamente, bem como nas milhares de páginas geradas mensalmente pela sua maravilhosa editora, que continua pregando seu belíssimo legado.
Legado de honestidade, de bondade, de ajuda ao próximo, de justiça, de um mundo melhor. Qualidades que expressou tão bem em vida, e também nas páginas de suas maiores criações, Zagor e Mister No, e nas páginas das demais personagens bonellianas que escreveu ou editou.
Por tudo isso, podemos dizer, MUITÍSSIMO OBRIGADO SERGIO!!! E, até um dia…