sábado, 16 de setembro de 2017

Harry Dean Stanton, astro de Paris, Texas, morre aos 91 anos

Da Redação

Harry Dean Stanton morreu de causas naturais

Morreu nesta sexta-feira (15), de causas naturais, o ator Harry Dean Stanton. As informações são da revista norte-americana Rolling Stone. O ator que estrelou o clássico Paris, Texas, de Wim Wenders, entre tantos outros sucessos de bilheteria, tinha 91 anos e estava internado em Los Angeles no Estados Unidos.
O diretor e amigo David Lynch se pronunciou nas redes sociais sobre a morte de Stanton.
— O grande Harry Dean Stanton nos deixou. Todos o amaram. E com razão. Ele era um grande ator (na verdade, excelente) e um grande ser humano. Foi tão bom estar ao seu redor! Muito amor para você, onde quer que você esteja agora, Harry.

 

Stanton também era conhecido por seu círculo íntimo de amigos inconfundíveis de Hollywood, um grupo que incluía Jack Nicholson — Stanton era seu colega de quarto e o melhor homem do casamento de Nicholson com Sandra Knight em 1962 —, assim como Marlon Brando, Sean Penn, Johnny Depp e Kris Kristofferson. Stanton, que teve uma participação na versão cinematográfica de Fear & Loathing em Las Vegas, também realizou Danny Boy no funeral de Hunter S. Thompson. "Este é o melhor cavalheiro que já sobreviveu", disse Johnny Depp sobre Stanton.
 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Quinta-feira (7), celebrar os 195 anos da Independência do Brasil nas palavras de Juarez Anunciação

Por; Juarez Anunciação

A imagem pode conter: 1 pessoa, óculos


" Pés no chão e o grito de guerra de Independência ou Morte lá se vai seus 195 anos ''
Eu Juarez Anunciação fundador criador do Juarez desenhos, desejo a todos um ótimo feriado de 7 de Setembro de 2017 a todos vocês , que visitam nosso blog. a baixo algumas noticias de como foi nesse dia memorável em Salvador.

 
O governador em exercício, João Leão, deu início ao desfile do 7 de Setembro, no Campo Grande, em Salvador. Ao chegar, o governador passou em revista à tropa e hasteou as bandeiras de Salvador, do Estado da Bahia e do Brasil, ao lado do prefeito Antônio Carlos Magalhães Neto e do comandante do 2° Distrito Naval Vice-Almirante Almir Garnier Santos. Aconteceu também protesto no grupo "Grito dos Excluidos".

"São 195 anos de independência do Brasil, esta é uma data riquíssima. Nós estamos vendo aqui hoje muitos jovens desfilando, e não tem coisa mais bonita que a juventude. Torço para que essa juventude viva um Brasil mais feliz que o que vivemos hoje", disse o governador em exercício, João Leão. 

O público assistiu ao desfile nas ruas, nas janelas e sacadas das residências. Crianças e adultos que fazem questão de admirar a preservação da tradição acompanharam os desfiles das tropas especiais do exército e da marinha, viaturas e carros utilizados em operações especiais, grupamentos do corpo de bombeiros e a torre humana do grupamento garra da Polícia Militar. Demonstrações táticas, bandas de música e fanfarras escolares fizeram parte da programação. 

O comandante 2° Distrito Naval, Vice-Almirante Almir Garnier considera a data importante para toda a sociedade, não só para os militares. “É uma oportunidade para toda a sociedade reforçar a certeza de que o Brasil é um país livre, independente e soberano, todos os dias, e não podemos abrir mão disso”.

Para o Comandante da 6ª região Militar, Joarez Alves Pereira Junior, o 7 de setembro é uma data importante para reforçar valores. “É uma data muito significativa, comemoramos a personalidade de ser Brasil, então temos que festejar. Na atual situação que o país vive, devemos reforçar alguns valores importantes, e um deles é o patriotismo”

ACM NETO

O prefeito ACM Neto participou, na manhã desta quinta-feira (07), no Campo Grande, das comemorações cívicas em homenagem aos 195 anos da Independência do Brasil. Antes do desfile, o prefeito hasteou a bandeira de Salvador. “O 7 de Setembro é importante para que todos nós possamos refletir o momento que o Brasil vive. Estamos passando por uma grave crise política, com reflexos na economia, mas o povo brasileiro é muito mais forte porque temos uma democracia sólida", disse o prefeito.

ACM Neto também acrescentou que a data mais importante do país é um momento para "lembrarmos dos heróis que lutaram para tornar o Brasil um país livre. É um momento especial para refletirmos sobre nosso patriotismo e nossa soberania."
 

Tudo o que você precisa saber antes de comprar um seminovo

Da Redação

A compra do seminovo pode ser muito vantajosa


Comprar um carro que já passou pelas mãos de outro motorista pode ser vantajoso, já que o automóvel zero quilômetro chega a sofrer até 15% de depreciação no momento em que é retirado do pátio da concessionária. Porém, a maior desvalorização costuma acontecer nos primeiros três anos de vida do veículo.
Não é preciso ser um expert em contas para perceber que optar por seminovo pode ser uma excelente escolha, principalmente em tempos de crise. No entanto, é preciso redobrar os cuidados para não transformar o sonho do seminovo em pesadelo.
Segundo o consultor automotivo André Bertoldi Reiter, do site Especialista em Carros, é essencial conhecer a procedência do veículo e saber a história do carro. “Se o antigo dono foi desleixado com a manutenção, certamente as consequências ficarão por sua conta”, alerta.

Na opinião do personal car, Rafael Salari Spitaletti, é importante estudar o mercado do veículo e fazer uma pesquisa de preços. “O próximo passo é analisar possíveis atualizações do veículo no curto e médio prazo. Depois, vale a pena filtrar as melhores opções e não sair procurando um veículo sem foco. Faça um test drive e sujeite o veículo a avaliações técnicas em funilarias e oficinas. Por fim, só transfira 100% do valor de venda após o documento único de transferência estar preenchido e com firma do vendedor reconhecida em cartório”, orienta.
Se nos veículos novos é comum fazer test drive, com usados não é diferente. “Somente rodando você poderá ouvir barulhos provenientes da suspensão, avaliar o  desempenho do motor, sentir se a direção puxa para algum lado ao soltar o volante em piso plano e vibrações no pedal de freio e volante provenientes de uma roda empenada, assim como averiguar o funcionamento dos freios”, explica André Reiter.
Rafael Spitaletti também destaca o test drive: “É importante para ter a convicção de que o veículo atende às suas expectativas, o que inclui posição ao dirigir, ergonomia dos comandos, resposta dos pedais, funcionamento do câmbio, desempenho do motor, entre outras. Além de ser essencial para identificar ruídos, barulhos, defeitos mecânicos e vícios ocultos”.
Quem não entende tanto de carro deve levar um mecânico de confiança para avaliar a compra
Quem não entende tanto de carro deve levar um mecânico de confiança para avaliar a compraThinkstock
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O estado de conservação da pintura e do interior podem dar pistas de como o carro foi tratado. “É importante saber distinguir um carro que levou um banho de loja daquele que já chegou impecável para ser vendido, pois o primeiro certamente esconderá de olhos não treinados os descuidos cometidos pelo dono anterior”, comenta André Reiter.
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Quem não entende tanto de carro deve procurar levar um mecânico de confiança ou por um consultor automotivo que possa avaliar aspectos mais técnicos que passam despercebidos pelos olhos do motorista comum.
Segundo Rafael Spitaletti, o comprador deve ficar atento ao histórico de manutenções (preferencialmente com nota fiscal); observar o estado dos pneus para verificar se a data de fabricação condiz com a quilometragem exposta no odômetro; checar a presença de estepe, chave de roda, triângulo e macaco; analisar o desgaste do estofamento, volante e pedais para ver se condiz com a quilometragem exposta no odômetro; analisar se o motor apresenta vestígios de vazamento de óleo, água e fluídos; e por fim observar se a pintura e funilaria estão com aspecto original.
Descubra se o veículo já foi batido
Alguns detalhes podem revelar que o veículo já foi batido, como parafusos com marcas de chave (esfolados), pintura sem aspecto original e falta de alinhamento de peças. “Se o serviço foi mal feito você percebe facilmente observando diferenças de tonalidade da cor ou na textura do verniz, que dificilmente chega perto daquela feita pelos robôs da linha de montagem. Porém, se o serviço foi bem feito para se ter certeza que a pintura é original somente com uma caneta que mede a espessura da tinta. Uma pintura de fábrica tem entre 90 e 130 mícrons”, explica André Reiter.
Se o veículo estiver com um odor diferente e tapeçaria alterada, desconfie que pode ter passado por uma enchente.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Com seis gerações, Camaro completa 50 anos de história

        Chevrolet Camaro RS SS ano 1968
Com chegada às lojas dos Estados Unidos em setembro de 1966, o Chevrolet Camaro está prestes a completar 50 anos de história, dividida em seis gerações.
Lançado para rivalizar com o Ford Mustang, o Camaro mal chegou e já emplacou mais de 200.000 unidades em seu primeiro ano de venda. Com isso, se estabeleceu como um sucesso imediato nos Estados Unidos, sendo até hoje símbolo da cultura norte-americana.

A seguir, confira a história e os destaques de cada uma das seis gerações, bem como a evolução de seus motores:

Camaro Yenko 1969 (Divulgação)

Primeira Geração: 1967-1969
O primeiro Camaro pode ser considerado o mais aclamado. Ele surgiu na época no qual os pony cars (um degrau abaixo dos muscle cars em termos de tamanho), as corridas de arrancada no ¼ de milha e as corridas de estrada eram febres, o que acabou resultando no lançamento do Camaro Z/28 em 1967.
A primeira geração do modelo também é lembrada por duas participações na Indy 500, em 1967 e 1969, quando um Camaro conversível branco com listras laranja e interior laranja foi usado como pace car na tradicional prova em Indianápolis.

Camaro 1970 (Divulgação)

Segunda Geração: 1970-1981
A segunda geração do Camaro foi a que mais durou (11 anos) e a de maior sucesso (em termos de vendas) do modelo, mesmo em meio à crise de petróleo na década de 70 e controle de emissões mais rígidos, fazendo a potência de todos os modelos despencarem.
Nem o top de linha Z-28 escapou da faca. Uma das principais mudanças dessa segunda geração foi a adoção de uma carroceria mais larga e com um centro de gravidade mais baixo (com desenho influenciado por modelos europeus) – características que culminaram numa melhor dirigibilidade.

Camaro Z28 25th anniversary (Divulgação)

Terceira Geração: 1982-1992
Já na década de 80, surgiu a terceira geração do Camaro, marcada por introduzir uma nova arquitetura, bem como uma suspensão dianteira mais moderna e um visual futurista para época, mais quadrado e com tampa traseira com vidro curvo.
Na época, o chassi era reconhecido por proporcionar boa estabilidade, que evoluiu ainda mais com o pacote 1LE em 1988. Com o Camaro Z28 de 1982, o modelo conquistou o prêmio de carro do ano pela revista Motor Trend.

Camaro SS 1996 (Divulgação)

Quarta Geração: 1993-2002
Apesar de não ter ganho tanto destaque na época, a quarta geração do Camaro hoje em dia é cada vez mais valorizada pelo seu design e pelas opções de motorização.
O visual trazia alguns elementos do antecessor, mas com linhas bem mais arredondadas e aerodinâmicas, com para-brisa mais inclinado, bem como melhorias no chassi e propulsores de maior potência.
Em 1998, a frente ganhou um retoque com novos faróis e grade dianteira, coincidindo com a introdução do motor LS1-V8 do Corvette que resgatou nas versões Z28 e SS o desempenho dos velhos tempos.

Camaro SS 2010 (Divulgação)

Quinta Geração: 2010-2015
Depois de um hiato de oito anos, o Camaro renasceu em grande estilo. Ele trazia linhas inspiradas na primeira geração e o estilo retrô, com grande capô, grade com os faróis integrados e as quatro lanternas retangulares.
A quinta geração trouxe a popularidade de volta para o modelo, passando a vender mais de 500.000 unidades e superar o Mustang por cinco anos seguidos nas vendas. Na quinta encarnação foram produzidas também as configurações 1LE, Z/28 e a ZL1.

Camaro SS 2016 (Divulgação)

Sexta Geração: 2016
Apresentada em maio do ano passado, a atual e sexta geração do Camaro manteve o desenho retrô, mas com um toque de modernidade. A plataforma mais leve e a adoção de novos motores fez com que o Camaro tenha levado novamente o prêmio de carro do ano de 2016 pela revista americana Motor Trend.
Previstos para 2017, o pacote de performance 1LE e a versão ZL1 estrearão com maior potência. O ZL1 será impulsionado por um V8 6.2 supercharger de 649 cv e uma inédita transmissão automática de 10 velocidades.
A evolução (e involução) dos motores que equiparam o Camaro
Desde quando foi lançado há 50 anos, a potência do Camaro teve alto e baixos. Prova disso foi a variação de potência ao longo de cinco décadas, que variou de 89 cavalos a uma potência máxima de 588 cv – sem contar a nova geração o ZL1 de 649 cv que ainda não foi lançada.

A potência do Camaro ao longo dos anos (Divulgação)

Primeira Geração
O Camaro estreou como cupê no auge dos V8 de litragem estratosférica. Nas versões de entrada, ele tinha duas configurações com o motor seis cilindros, que tinha um mínimo de 141 cv e 30,4 mkgf de torque.
Os modelos mais potentes equipados com V8 iam de 202 cv nas versões 5.0 a 380 cv nos modelos big block 6,5 litros. Já a mítica versão COPO ostentava um big block de 7,0 litros, que trazia entre 430 e 435 cv de potência.
Segunda Geração
Surgida em meio a um cenário tumultuado na indústria automobilística, com mudanças como gasolina sem chumbo para menores índices de emissões e maior enfoque na economia de combustível, o Camaro de segunda geração sofreu drásticas reduções de potência e torque na época marcada pela crise do petróleo. Para se ter uma ideia, em 1975 a configuração V8 do esportivo oferecia apenas 157 cv.
Depois desse período, o Camaro não teve um motor com mais de 200 cv até meados dos anos 80.
Terceira Geração
Marcada pela introdução de novas tecnologias, a terceira geração foi a primeira do Camaro a ser equipada com motores de quatro cilindros. Entre 1982 e 1986, ele teve um 2.5 que gerava de 89 a 93 cv de potência – o primeiro usava carburador e o segundo injeção eletrônica.
As versões V6 e V8 também adotaram injeção eletrônica. Em 1990, sinais de recuperação: o Camaro 350 desenvolvia 251 cv e 47,7 mkgf de torque.
Quarta Geração
Nesse período, o Camaro contava com dois motores, um V6 e um V8. O propulsor de base evoluiu a partir de uma versão de 162 cv do V6 3.4 para uma versão de 203 cv do V6 3.8.
Em 1998, estava disponível para o Camaro o motor LS1 V8, que entregava 309 cv e 46,3 mkgf de torque.
Quinta geração
Na quinta geração, o Camaro mais fraco contava com 304 cv na versão equipada com um V6, passando para 327 cv e 38,4 mkgf de torque a partir de 2012.
Já a topo SS trazia um V8 6.2 de até 432 cv, mais potente do que qualquer versão anterior equipada com bloco pequeno ou grande do auge da era dos muscle cars, rivalizando até com o mítico Camaro COPO de 1969. Também em 2012, o Camaro quebrou todos os recordes de potência e torque com a configuração ZL1, que gerava 588 cv e 76,8 mkgf de torque com um V8 6.2 supercharger.
Em 2014, a marca ressuscitou o Camaro Z/28 com o enorme motor 7.0 aspirado de 512 cv e 66,5 mkgf de torque.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Crítica | Atômica – O filme de ação mais sensual do ano

Ah, Charlize Theron

 

Crítica | Atômica – O filme de ação mais sensual do ano

David Leitch, dublê transformado em diretor, já pode ser considerado um dos cineastas mais visualmente estilosos trabalhando hoje em Hollywood. Sua estreia em De Volta ao Jogo (o primeiro John Wick, para os íntimos), de 2014, não foi creditada, é verdade, mas o dedo do sujeito estava ali, sintonizado com o colega Chad Stahelski, igualmente saído do mundo dos stunts e diretor “oficial” do longa. Stahelski seguiu sozinho para a continuação das aventuras do matador interpretado por Keanu Reeves, e a pompa estética seguiu junto – recebendo ainda mais elogios da imprensa especializada.
Poderíamos até dizer que Stahelski era a força da dupla, não fosse por este Atômica, lançado agora na segunda metade do ano, mostrando que Leitch igualmente manja do riscado, sem dever nada para sua contraparte inicial. O resultado de seu primeiro filme solo já levanta todas as expectativas nerds de plantão para seu próximo projeto, Deadpool 2, continuação do sucesso de 2016, em fase de filmagens.

Atômica (ou Atomic Blonde, Loira Atômica – título mais legal ainda) é baseado nos quadrinhos The Coldest City (título usado anteriormente para o longa), de Antony Johnston e Sam Hart, e o cineasta consegue transpor com eficiência o clima pulsante do imagético exagerado. Muitas cenas são verdadeiras pinturas vivas, transbordando o clima cool, contido apenas em lugares fora do real.
     
Pode-se argumentar também que o recheio deste bolo não é tão saboroso quanto sua cobertura, mas os detalhes dos confeitos são tão minuciosamente trabalhados, que não nos deixam pensar em mais nada. Na verdade, o que Leitch faz aqui é brincar, e muito, com a forma. Assim como já havia feito em De Volta ao Jogo, que virou de cabeça para baixo a fórmula do “filme de vingança”, acrescentando nas entrelinhas frescor suficiente para acharmos que tudo aquilo era novidade, ele repete a dose, com sua brincadeira com os filmes de espiões.

Na trama somos transportados de volta para os anos 1980 – para o último ano de tal década para ser mais preciso. O cenário é a Alemanha, Guerra Fria, na época da queda do muro de Berlim, que dividia o país. Lorraine Broughton (Charlize Theron) é uma agente do MI6, serviço secreto britânico, em missão para recuperar uma lista contendo os nomes de diversos espiões como ela (Missão: Impossível, alguém?), que serão revelados se caírem nas mãos erradas, ao mesmo tempo em que tenta descobrir o assassino de um antigo colega de profissão – e algo mais que isso – e em que circunstâncias se deu sua morte.

Uma vez no país, a exímia espiã (e quando digo exímia, quero dizer quase sobre-humana) terá como guia o agente infiltrado David Percival (James McAvoy), cuja lealdade pode estar comprometida e ter cambiado devido ao intenso disfarce de anos. E não apenas isso, como diz o superior da protagonista: “não confie em ninguém”. Atômica tem uma história simples, feita complicada devido às inúmeras reviravoltas de personagens e situações, daquele tipo no qual não sabemos quem está jogando para quem e por quê.
Atômica é um deleite. As cenas de ação, frisando mais as lutas e coreografias aprendidas pela musa Theron, e replicadas à perfeição no longa, são o que todos querem ver, afinal o filme é vendido por elas. Muitos tiros, violência e pancadas. Devido a censura do longa, aqui podemos sentir de verdade as consequências das brigas. Olhos roxos, hematomas espalhados por todo o corpo, e sangue até não poder mais. O realismo é enfatizado de forma crua e muito visceral, portanto não espere algo cartunesco como algumas fases de James Bond.

Fora isso, existe também muito humor implícito em Atômica. O roteiro adaptado por Kurt Johnstad (300) cria diálogos rápidos e recheados de ironia. As trocas entre o doce canalha Percival de McAvoy são o contraponto perfeito para a mulher autossuficiente e empoderada de Theron. Num dos diálogos mais sacanas, o sujeito cai de amores aos seus pés declarando: “acho que te amo”, ao que a ácida protagonista não hesita em retrucar: “que pena”.

Por falar em protagonista empoderada, Lorraine Broughton é uma das personagens femininas mais originais dos últimos tempos, e Charlize Theron é dona dela com gosto. A atriz vencedora do Oscar se entrega com tamanho comprometimento, realizando além das cenas ininterruptas de ação (a cereja no topo do bolo), momentos pra lá de sensuais, mostrando que a heroína pode ser e fazer o que quiser, inclusive se comportar como predadora sexual quando o momento lhe convir. E por que não? Em uma cena ao lado da exótica Sofia Boutella (A Múmia), que interpreta a misteriosa Delphine Lasalle, as atrizes incendeiam a tela.
E você pode até dizer, mas Angelina Jolie e Milla Jovovich já viveram o mesmo tipo de personagem em outras produções. E se você disser, estará equivocado. Lorraine exibe o comportamento da mulher moderna, mesmo em 1989. Ao ponto de acharmos que a personagem era originalmente um homem, reescrito como mulher, sem mudar qualquer traço de sua personalidade – como costumam erroneamente muitas vezes fazer.

McAvoy está especialmente bom com seu complexo personagem, tirando muito humor das situações. Mas não há como negar que o filme é Theron, e somente uma atriz que acredita num projeto, consegue vende-lo de tal forma. Em um momento quando está sendo interrogada por seus atos pelos superiores, Theron olha para a câmera de forma tão intensa, que somos nós na plateia que nos sentimos constrangidos e desviamos o olhar. Por esta olhada, sentimos a ameaça de uma verdadeira femme fatale, tipo de personagem que Theron tem se especializado, no entanto, a cada incursão criando uma nova abordagem (seja a caricata Rainha Ravenna de Branca de Neve e o Caçador, a fria e robótica Vickers de Prometheus, a sofrida heroína relutante Furiosa de Mad Max: Estrada da Fúria, ou a calculista Cipher de Velozes e Furiosos 8 ), sua abrangência é ampla deste jeito.

Tudo o que nos resta é esperar por um possível retorno de Lorraine às telonas. Ou quem sabe num crossover com o personagem que seria seu par perfeito: John Wick – criando assim a terceira parceria entre seus intérpretes no cinema, depois de Advogado do Diabo (1997) e Doce Novembro (2001).
Ps. A fotografia Jonathan Sela (De Volta ao Jogo) é hipnótica, de cores neon vibrantes, dá o toque almejado de sedução, e a trilha sonora, composta somente de sucessos dos 80´s – incluindo uma grande favorita deste que vos fala (Cities in Dust, de Siouxsie and the Banshees), empolga e precisa estar na playlist de todos.

domingo, 16 de julho de 2017

Mega Promoção de Revenda dos Artesanatos para jardins 2017. Comprando 100 unidades você ganha 10 e comprando 1.000 unidades você ganha +100 Gratis do mesmo produto!


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segunda-feira, 10 de julho de 2017

O Rico e Lázaro exibe uma das passagens mais importantes da Bíblia a partir desta terça (11)

Do R7
Cena é uma das mais importantes da Bíblia
Cena é uma das mais importantes da Bíblia Divulgação/Record TV
A partir desta terça-feira (11) vão ao ar as cenas da Fornalha de Fogo Ardente, uma das mais importantes passagens da Bíblia e um dos momentos mais aguardados na novela O Rico e Lázaro. O público vai acompanhar a demonstração de fé dos sábios hebreus Sadraque (Gustavo Rodrigues), Mesaque (Sacha Bali) e Abednego (Nikolas Antunes), que juntos se recusarão a curvarem-se diante da estátua criada para o rei Nabucodonosor (Heitor Martinez), que ordenará que o trio seja lançado às chamas.
Na trama, a comitiva do rei da Babilônio viaja até o Campo de Dura para a grande inauguração da estátua do deus Marduk, criado em homenagem ao soberano. Inflamado pelas sugestões maliciosas do sacerdote Beroso (Cassio Scapin), Nabucodonosor ordena que todos presentes se curvem diante do novo monumento. O trio de sábios hebreus se recusa a ajoelhar diante de outro deus que não seja o Deles. Furioso por ter sido contrariado e desrespeitado na frente de todos, o rei ordena que os oficiais joguem Sadraque, Mesaque e Abednego na Fornalha de Fogo. Ao perceberem suas vidas em risco, os três se mantêm firmes, demonstrando fé no Senhor. Eles são jogados às chamas e sobrevivem sem nenhuma queimadura, ao lado de um anjo de Deus.
A sequência de gravação dessas cenas, que durou cerca de uma semana, foi gravada no último mês de junho e é repleta de efeitos especiais. De acordo com o diretor geral da novela, Edgard Miranda, os recursos de efeitos especiais utilizados na cena é algo sem precedentes:
— Os efeitos estão sendo feitos em São Paulo e estão ficando maravilhosos, um show. É uma sequência sem precedentes. Nunca nada foi feito em termos de teledramaturgia com essa quantidade de computação gráfica, com esse requinte. Não é só um simples efeito, é uma sequência inteira com mais de dois dias de exibição. Estou muito feliz com o resultado, acho que foi uma das melhores coisas que já fiz na minha vida.
Emocionado, Edgard Miranda contou que a gravação da sequência foi algo especial:
— Foi com certeza das melhores gravações, senão a melhor gravação que eu já fiz nestes vinte sete anos de carreira. Foi um momento muito especial, de entrega total da equipe. Queríamos passar toda a emoção daquele milagre. O dia da gravação foi muito especial, gravamos de madrugada, quase não tinha ninguém no set, foi uma noite meio mágica. Alguma coisa muito especial aconteceu que estávamos todos imbuídos dentro do espírito daquele acontecimento, a cena ficou lindíssima. No dia seguinte, gravamos as reações dos personagens e não teve um que não se contaminou com aquela emoção da sobrevivência dentro da fornalha.
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A autora da novela, Paula Richard, explica o motivo que levou o rei Nabucodonosor a mandar executar os três amigos hebreus:
— Na inauguração da estátua de ouro erguida por Nabucodonosor, o sumo-sacerdote Beroso vê a grande oportunidade de se livrar dos três amigos de Daniel que ameaçam seu esquema de corrupção na Babilônia. Sabedor que os hebreus não devem adorar falsos deuses, Beroso espera que Sadraque, Mesaque e Abednego se recusem a cumprir as ordens do rei, sendo jogados na Fornalha Ardente".
O ator Sacha Bali, que interpreta o personagem Mesaque na trama, diz que esta foi uma das cenas mais complexas de atuar em toda sua carreira:
— Esta é a décima novela que estou fazendo, fora as séries, peças de teatro e filmes, e esta sequência de gravação foi uma das mais complexas de se fazer em toda minha vida.Estou extremamente realizado. Estou super ansioso para ver no ar como ficou. Espero que a expectativa do público seja superada.
Acompanhe as emoções de O Rico e Lázaro, a partir das 20h30 na tela da Record TV.

domingo, 9 de julho de 2017

Homem-Aranha: De Volta ao Lar já arrecadou US$ 50 milhões em dois dias nos EUA

Da Redação R7


Homem-Aranha: De Volta ao Lar está fazendo uma estréia sólida e forte nos EUA. Conforme relatado pelo The Hollywood Reporter, o filme já totaliza uma bilheteria doméstica de US $ 50.5 milhões em dois dias, ou seja, a quinta e a sexta.
O filme caminha para as estimativas otimistas de que irá bater US $ 120-125 milhões no mercado interno em seu primeiro final de semana. Isso o colocaria como a terceira maior abertura doméstica do ano, passando Mulher-Maravilha (US $ 103.3 milhões) e ficando atrás apenas de A Bela e a Fera (US $ 174.8 milhões) e Guardiões da Galáxia Vol.2 (US $ 146.5 milhões).
O jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que fez sua sensacional estreia em “Capitão América: Guerra Civil, começa a se aventurar sua identidade recém-descoberta como o super-herói disparador de teias. Empolgado com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor, Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta se dedicar à sua rotina normal – distraído pelos pensamentos de provar a si mesmo que é mais do que o Homem-Aranha, o Amigão da Vizinhança – mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter considera mais importante estará ameaçado.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que é co-produzido pela Marvel Studios e Sony Pictures, traz Jon Watts na direção. O elenco tem Tom Holland como Peter Parker/Homem-Aranha, Marisa Tomei como Tia May, Robert Downey Jr como Tony Stark/Homem de Ferro e Michael Keaton como o vilão Abutre.  A estreia está prevista para 6 de Julho de 2017.

O esboço inicial e as cores originais da capa

Por José Carlos Francisco
Dia 6 de Julho, a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 681 de Tex, intitulada “Tabla sagrada” que contém a segunda, e última parte de uma história escrita por Pasquale Ruju e desenhada por Lucio Filippucci.

A capa, tal como todas posteriores ao número 400, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue Juarez desenhos e blog do  do Tex acompanhada da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa, assim como mostramos também o respectivo esboço inicial, tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos os seus esboços e as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.
Esboço da capa de Tex nº 681
Esboço colorido da capa de Tex nº 681
A capa de Tex nº 681 com as cores originais
A capa de Tex nº 681
Nestas capas e cores que temos dado a conhecer com alguma regularidade aos nossos leitores aqui mesmo no blogue português do Tex elas têm gerado um grande número de comentários e na esmagadora maioria dos casos é considerada pelos fãs e coleccionadores do Ranger como sendo infinitamente superior a colorização original do Maestro italiano em relação à colorização digital realizada na Sergio Bonelli Editore, mas com relação a esta capa divulgada hoje (Tex nº 681), qual a sua opinião, caro leitor?

sábado, 8 de julho de 2017

Os carros de luxo mais vendidos no Brasil em 2016

Da Redação

Em tempos de crise, o mercado automobilístico costuma ser bastante afetado de maneira negativa. Mas será que isso se aplica aos veículos populares ou atinge também o cenário dos carros de luxo?
A resposta não é simples, mas no que pesa o gosto dos consumidores, é possível afirmar que determinados modelos podem sim sofrer uma dura queda no volume de venda de um ano para outro.
Nem um motivo para pânico, no entanto, afinal, o oposto também pode ocorrer, como bem mostra um levantamento que apontou quais foram os carros “de rico” – com preço acima de R$ 250 mil – mais vendidos de janeiro a novembro de 2016.
Ficou curioso pra saber quais são? A seguir apresentamos a lista que mostra os dez primeiros do ranking e também o desempenho de cada um em relação ao ano anterior. Confira!

Os carros luxuosos mais vendidos em 2016 no país

1. Range Rover Sport (R$ 369.633 a R$ 1.065.400)


No topo da lista quem apareceu foi a variante esportiva da Land Rover, que mesmo tendo perdido mais de 1/3 dos compradores, conseguiu ser a mais vendida. Muito requisitada entre consumidores de alto poder aquisitivo, o modelo garantiu quase 100 unidades de vantagem em relação ao segundo lugar. A seguir o comparativo com o ano anterior e a variação.
  • Em 2016: 648
  • Em 2015: 1.013
  • Variação: – 36,03%

2. BMW X4 (R$ 299.150 a R$ 348.550)


Em segundo lugar quem apareceu foi esse belíssimo modelo da BMW, mostrando que os brasileiros têm bom gosto. O número de unidades vendidas também caiu em relação ao ano anterior, mas em percentual menor que o do líder do ranking. A seguir o comparativo com o ano anterior e a variação.
  • Em 2016: 637
  • Em 2015: 872
  • Variação: -26,95%

3. Mercedes-Benz GLE (R$ 337.600 a R$ 668.500)


Na terceira posição quem surgiu foi esse modelo, que diferente dos dois primeiros nomes da lista, obteve crescimento no número de vendas. A seguir o comparativo com o ano anterior e a variação.
  • Em 2016: 596
  • Em 2015: 488
  • Variação: +22,13%

4. BMW X5 (R$ 321.096 a R$ 521.441)


O modelo da quarta posição, BMW X5, foi mais um dos modelos que perderam força em 2016 no comparativo com o ano anterior. O modelo, contudo, ainda conseguiu ultrapassar a casa das 500 unidades vendidas. O quadro do comparativo com o ano anterior e a respectiva variação ficou assim:
  • Em 2016: 510
  • Em 2015: 876
  • Variação: -41,78%
Leia também:

5. Land Rover Discovery 4 (R$ 323.248 a R$ 379.471)


No quinto lugar quem surgiu novamente foi um modelo da Land Rover. O modelo, no entanto, perdeu mais de 50% dos compradores em comparativo com 2015. O quadro do comparativo com o ano anterior e a respectiva variação ficou assim:
  • Em 2016: 472
  • Em 2015: 1.018
  • Variação: -53,63%

6. RAM 2500 (R$ 259.900)


Luxuosa e de grande força, a RAM foi a grande surpresa do ano. O modelo quintuplicou o número de unidades vendidas e assegurou a sexta posição na lista. O quadro do comparativo com o ano anterior e a respectiva variação ficou assim:
  • Em 2016: 428
  • Em 2015: 83
  • Variação: +415,66%

7. Chevrolet Camaro (R$ 296.612)


Sonho de consumo de muita agente ao redor do país, o Camaro também experimentou grande crescimento no volume de vendas em comparativo com o ano anterior. O cenário ficou assim:
  • Em 2016: 418
  • Em 2015: 387
  • Variação: +8,01%

8. Volvo XC90 (R$ 291.366 a R$ 419.950)


O modelo XC90 da Volvo também fez grande sucesso entre os mais abastados financeiramente. Objeto de desejo entre os SUVs de luxo, o modelo mais que triplicou o número de unidades vendidas. O quadro comparativo e a variação ficaram assim:
  • Em 2016: 399
  • Em 2015: 127
  • Variação: +214,17%

9. BMW X6 (R$ 416.861 a R$ 609.616)


Veterano na lista dos carros de luxo mais vendidos, esse modelo que estreou a onda de “SUVs coupés” também fez o suficiente para fazer parte do top 10 de 2016. Apesar de tudo, porém, a verdade é que o número de unidades vendidas caiu no país. O panorama ficou assim:
  • Em 2016: 376
  • Em 2015: 529
  • Variação: -28,92%

10. Porsche Cayenne (R$ 382.655 a R$ 917.560)


Por fim temos aqui um modelo tão cobiçado quanto caro. Trata-se do primeiro SUV da Porsche, que não por acaso, se tornou o campeão da marca no país. O número de vendas aumentou quase 41% em relação ao ano anterior e o cenário ficou assim:
  • Em 2016: 305
  • Em 2015: 217
  • Variação: +40,55%
Vale dizer que esse artigo foi publicado com base em informações disponíveis na web, que por sua vez, se utilizam da tabela FIPE como base e de publicações da Fenabrave como fonte.

10 filmes de Super-heróis que estrearão em breve

Da Redação

Os fãs de super-heróis estão ficando cada vez mais enlouquecidos com a quantidade de filmes que estão sendo preparados para serem lançados. A DC e a Marvel realmente passaram a investir fortemente nos filmes sobre seus personagens e isso vinha agradando a muitos fãs ao longo do tempo, mas agora, para competir com essas grandes empresas, a Fox e a Sony estão trazendo outras opções dos quadrinhos pro mercado cinematográfico. Logan e Deapool foram dois grandes sucessos trazidos pela Fox e agora a Sony trouxe Homem- Aranha para entrar no páreo.

Se você também é fã de Super-heróis, veja abaixo os próximos lançamentos reservados ainda para 2017 e 2018.

1- Homem-Aranha (Julho de 2017)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Homem Aranha
Parceria entre a Marvel e Sony, o novo Homem-Aranha mostrará o dia a dia do personagem, tendo que lidar com as descobertas dos poderes e de sua própria adolescência.

2- Thor: Ragnarok (Novembro de 2017)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Thor Ragnarok
O terceiro filme o deus do trovão contará com Loki, Dr Estranho e Hulk.

3- Liga da Justiça (Novembro de 2018)

10 filmes de Super-heróis que estrearão em breve
Veja também:
Este é o grande e aguardado encontro oficial dos maiores super-heróis da DC Comics. Superman (Henry Cavill), Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Cyborg (Ray Fisher), Aquaman (Jason Momoa) e Lanterna Verde estão confirmados, todos sob o comando do diretor Zack Snyder.

4- Pantera Negra (Fevereiro de 2018)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Pantera Negra
Depois de aparecer em Capitão América: Guerra Civil, o herói ganhará seu filme solo.

5- Dead Pool 2 (Março de 2018)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Deadpool 2
O sucesso do personagem irônico sairá em sua segunda parte em meados de março de 2018.

6- Vingadores: Guerra Infinita (Abril de 2018 - primeira parte)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Os Vingadores
O filme que reunirá todos os personagens do universo Marvel será lançado em duas partes, a primeira em abril de 2018 e a segunda em maio de 2019.

7- Homem-Formiga e a Vespa (Julho de 2018)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Homem Formiga e Vespa
O filme trará Evangeline Lily, que apareceu ainda no Homem-Formiga, como a Vespa.

8- Venom (Outubro de 2018)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Venom
O vilão de Homem-Aranha terá agora seu próprio filme.

9- Aquaman (Dezembro de 2018)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 Aquaman
Antes mesmo que seu filme estreie, Aquaman será melhor mostrado em Liga da Justiça.

10- The Batman (sem data definida de 2018)

Filmes super heróis de 2017 e 2018 the Batman
Ben Affleck ainda não tem previsão para sua história em The Batman, apesar disso, o filme deverá estrear no fial de 2018.