domingo, 1 de julho de 2018

A história do quilombo que ajudou a erguer Brasília - e teme perder terras para condomínios de luxo


 Da Redação por
BBC BRASIL   

      Fundado por três escravas alforriadas no século 18, Quilombo Mesquita é objeto de disputa que envolve imobiliária ligada ao ex-presidente José Sarney        
 
Foto selecionada para a exposição Trabalho e Presença Negra na Construção de Brasília, do governo do Distrito FederalAntes de sediar os prédios mais importantes de Brasília, a Esplanada dos Ministérios abrigava um campo aberto onde descendentes de escravos levavam bois para pastar.
Eram moradores do Quilombo Mesquita, instalado na região desde o século 18 e que teve um papel importante – e pouco conhecido – na fundação da cidade.
Passados 272 anos desde sua criação, o mesmo quilombo agora se vê ameaçado pela expansão da capital e pela acelerada valorização das terras na região – alvo do interesse de uma imobiliária que tem o ex-presidente José Sarney como sócio. Procurado pela BBC News Brasil, o ex-presidente não quis se pronunciar.
"Quilombolas tiveram uma participação direta na construção de Brasília, mas, infelizmente, raramente aparecem na história como personagens principais", diz à BBC News Brasil o pesquisador Manoel Barbosa Neres, autor do livro Quilombo Mesquita - História, Cultura e Resistência e morador da comunidade, na divisa do Distrito Federal com Goiás.
Edson Pereira Dutra, morador do Quilombo Mesquita

Edson Pereira Dutra, morador do Quilombo Mesquita

BBC BRASIL/Agência Brasil
Ele conta que membros do quilombo ajudaram a erguer as cantinas, hospedagens e refeitórios que receberam as primeiras levas de candangos, como ficaram conhecidos os operários migrantes que tiraram Brasília do papel.
Todos os dias, enchiam carroças e carros de boi com frutas, verduras, carnes, leite e doces produzidos na comunidade para transportá-los até os canteiros de obra, quando a produção de alimentos em Brasília era nula.
Catetinho
Moradores mais velhos contam que, antes mesmo da chegada dos candangos, oito moradores do Mesquita ajudaram a construir o Catetinho, casa projetada por Oscar Niemeyer para que o então presidente Juscelino Kubitschek pudesse acompanhar as obras da capital desde o início, em 1956. E mulheres da comunidade trabalharam na residência como cozinheiras.
Segundo o Relatório Técnico de Identificação e Demarcação do quilombo, publicado em 2011 pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), moradores do Mesquita também ajudaram a construir, em 1958, a usina Saia Velha, primeira hidrelétrica a servir à capital.
Foto na exposição Trabalho e Presença Negro na Construção de Brasília

Foto na exposição Trabalho e Presença Negro na Construção de Brasília

BBC BRASIL/Arquivo Público do Distrito Federal
Um dos quilombolas a trabalhar no Catetinho foi o carpinteiro Sinfrônio Lisboa da Costa, que morreu em 2015, aos 90 anos. Costa costumava contar que hospedou JK em sua casa várias vezes e o ajudou a identificar pontos estratégicos para a construção da capital.
Homenageado pelo governo do Distrito Federal em 2012, o carpinteiro lamentou na cerimônia que os demais quilombolas a acompanhá-lo nas obras estivessem mortos. "Eles também tinham que ser reconhecidos, mas não puderam esperar", afirmou.
Ciclo do ouro
As origens do Quilombo Mesquita remontam ao ciclo do ouro, no século 18. A corrida ao metal levou à criação de várias vilas no interior de Goiás - entre as quais Santa Luzia, fundada em 1746 pelo bandeirante paulista Antônio Bueno de Azevedo. Negros escravizados compunham a maioria da população na região.
Conta-se no quilombo que, com o declínio da mineração, o capitão português Paulo Mesquita resolveu abandonar Santa Luzia e deixou uma fazenda para três escravas alforriadas.
Manoel Neres diz que, com o tempo, outros se juntaram à comunidade chefiadas pelas mulheres - muitos deles escravos em busca de refúgio e que, para chegar lá, percorriam estradas de gado que ligavam Goiás a Salvador e ao Rio de Janeiro.
Casamentos entre os moradores pioneiros e os que foram chegando deram origem a quatro tronco familiares. Esses quatro troncos abarcam quase todas as cerca 1,2 mil famílias que hoje moram no quilombo, segundo Neres.
Igreja Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Quilombo de Mesquita

Igreja Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Quilombo de Mesquita

BBC BRASIL/Agência Brasil
Até a construção de Brasília, a comunidade vivia relativamente isolada do mundo exterior. A maioria das famílias se dedicava à agricultura, a criação de gado e à produção de marmelada, comercializada em Luziânia, cidade criada a partir de Santa Luzia.
Os principais eventos no calendário do povoado eram as festas religiosas, como as folias de Reis e do Divino do Espírito Santo.
Com a inauguração da capital, em 1960, a rotina da comunidade começou a mudar.
Manoel Neres diz que, por um lado, os moradores "passaram a ter mais acesso a elementos da vida moderna, como energia e telefone". A transferência da capital facilitou a venda de alimentos cultivados na comunidade e gerou empregos para vários quilombolas.
Por outro lado, o povoado passou a lidar com problemas antes inexistentes, como violência armada e tráfico de drogas. E a comunidade começou a perder terras.
Mauro Melo, morador do Quilombo Mesquita

Mauro Melo, morador do Quilombo Mesquita

BBC BRASIL/Ana Carolina A. Fernandes
Um morador entrevistado durante a elaboração do relatório do Incra diz que quilombolas abandonaram áreas na região de Santa Maria, no atual Distrito Federal, com "medo da cidade que foi chegando para lá".
"Nossa casa era perto da Marinha, mas lá era terra do governo, né? Aí a gente teve de se mudar", relatou outra moradora.
Segundo Manoel Neres, a movimentação de aviões e militares na véspera da construção fez a comunidade reviver um trauma da época da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando moradores foram recrutados à força para o combate.
"Muitos acabaram abandonando lugares mais perto da capital e se refugiando de volta no núcleo do Mesquita", diz o pesquisador.
Outros foram expulsos por não conseguir provar a posse de terras destinadas à construção das cidades satélites. "O território quilombola foi desconsiderado no processo de demarcação do DF", afirma o relatório do Incra.
Após a construção da capital, terras da comunidade também passaram a ser cobiçadas por forasteiros.
Catetinho, casa projetada por Oscar Niemeyer e que abrigou Juscelino Kubitschek no início da construção de Brasília

Catetinho, casa projetada por Oscar Niemeyer e que abrigou Juscelino Kubitschek no início da construção de Brasília

BBC BRASIL/IBGE
"Houve um assédio bem grande para a venda das propriedades. Por questão de necessidade, muitos moradores acabaram se desfazendo delas por preços irrisórios. Vendiam para comprar remédios e roupas", diz Neres.
Muitas vezes, terras adquiridas dos quilombolas eram logo revendidas. Uma dessas transações trouxe ao território o político maranhense José Sarney.
Segundo o relatório do Incra, Sarney comprou nos anos 1980 dois lotes de terra que haviam sido expropriados da comunidade no passado. Um dos terrenos deu origem à Fazenda Pericumã, que Sarney visitava aos fins de semana enquanto era presidente.
Em 2004, ele vendeu as propriedades para a Divitex Pericumã Empreendimentos Imobiliários, da qual se tornou sócio. Outro sócio da empresa é o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que tem como clientes vários políticos ilustres em Brasília.
Periferia chega ao Mesquita
Em 1990, a urbanização da região teve um impulso com a criação do município de Cidade Ocidental, subdivisão de Luziânia que recebeu um núcleo habitacional.
Homem produzindo marmelada no Quilombo Mesquita

Homem produzindo marmelada no Quilombo Mesquita

BBC BRASIL/Ana Carolina A. Fernandes
Com a expansão da malha urbana, um condomínio de baixa renda – o Jardim Edite – foi construído dentro da área inicialmente pleiteada pelo quilombo. Em 2011, o Incra excluiu o conjunto habitacional do território em demarcação.
Há ainda vários sítios e chácaras dentro do território reivindicado pela comunidade. Segundo o Incra, cerca de cem famílias não quilombolas habitavam a área em 2011. Moradores dizem que hoje o número é bem maior.
Demarcação
Após a Constituição de 1988 determinar a demarcação de quilombos, muitas comunidades se mobilizaram para obter os títulos das terras.
No Mesquita, o primeiro passo ocorreu em 2006, quando a Fundação Cultural Palmares (subordinada ao Ministério da Cultura) o reconheceu como uma comunidade remanescente de quilombo.
Cinco anos depois, o Incra publicou o Relatório Técnico de Identificação e Demarcação da comunidade, definindo sua extensão em 4,3 mil hectares – o equivalente a 4 mil campos de futebol. Segundo o Incra, a área reivindicada representa "apenas parte das terras ancestrais" da comunidade e foi delimitada de modo a garantir a reprodução física, social e cultural do grupo.
Deu-se então início à etapa – ainda não superada – em que moradores não quilombolas e outros interessados no território podem contestar o relatório.
Para que a demarcação seja concluída, falta que a Presidência da República desaproprie imóveis dentro do território e indenize os proprietários. Só então o Incra poderá conceder à comunidade o título coletivo e imprescritível da terra.
Sandra Braga diante de acervo histórico do Quilombo Mesquita

Sandra Braga diante de acervo histórico do Quilombo Mesquita

BBC BRASIL/Agência Brasil
Dos cerca de 3,2 mil quilombos já reconhecidos no Brasil, pouco mais de 200 foram titulados. Como no caso do Mesquita, muitos processos estão travados por impasses quanto à desapropriação e indenização de não quilombolas.
Redução do quilombo
A demarcação do quilombo teve um desdobramento no fim de maio, quando o Conselho Diretor do Incra publicou uma resolução que autorizava o presidente do órgão a reduzir o tamanho do território para 971 hectares, 22% da área originalmente prevista.
O anúncio foi duramente criticado por associações quilombolas. Segundo a Conaq (Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas do Brasil), a manobra abria um precedente para a redução de outros quilombos.
A resolução também foi condenada pelo MPF (Ministério Público Federal), que recomendou sua revogação. Segundo o órgão, a decisão "desconsiderava completamente" estudos conduzidos pelo próprio Incra durante a identificação do quilombo.
Casarão mais antigo do Quilombo Mesquita

Casarão mais antigo do Quilombo Mesquita

BBC BRASIL/Agência Brasil
Na semana passada, o Incra anunciou que a acataria a sugestão do MPF e revogaria a resolução enquanto rediscutia o caso.
Em nota à BBC News Brasil, o Incra disse que a redução havia sido proposta pela Associação Renovadora Quilombo Mesquita, uma organização comunitária dos quilombolas.
Presidente da associação, Valcinei Batista Silva diz que a redução permitiria destravar a demarcação do quilombo e é apoiada pela maioria dos moradores.
Segundo ele, a intenção original do Incra de reservar 4,3 mil hectares para a comunidade se mostrou inviável, pois o governo não tem recursos para desapropriar todos os não quilombolas que vivem na área.
Carpinteiro Sinfrônio Lisboa da Costa em cerimônia promovida pelo governo de Brasília

Carpinteiro Sinfrônio Lisboa da Costa em cerimônia promovida pelo governo de Brasília

BBC BRASIL/Fundação Cultural Palmares
Silva afirma que, caso a proposta de redução fosse aplicada, os quilombolas manteriam todos os territórios que ocupam hoje. "É uma proposta que permite ao Incra trabalhar, enviar recursos para desapropriação e ninguém precisaria sair da terra que é dele."
Ex-presidente da associação, Sandra Pereira Braga diz que a proposta da gestão atual não tem o respaldo da comunidade e foi articulada "em conluio com empresas, fazendeiros e especuladores" interessados no território.
"Não tenho dúvida de que haja interesses de poderosos por trás", afirma. "A ampla maioria da comunidade é totalmente contra a redução do território – é isso o que o Incra descobriria se tivesse nos consultado antes de tomar qualquer decisão."
Braga cita, entre os que seriam beneficiados pela redução, a Divitex Pericumã – empresa que tem Sarney e Kakay como sócios e estaria, segundo ela, interessada em construir condomínios de luxo no território.
Com o crescimento de Brasília, muitas áreas em volta da capital passaram a abrigar conjuntos residenciais de alto padrão. A 40 km do centro de Brasília e próximo de uma rodovia que dá acesso à cidade, a região do quilombo teria grande potencial para empreendimentos desse tipo, segundo Braga.
Um assessor de Sarney disse que o ex-presidente não se manifestaria sobre o caso. Kakay afirmou que jamais esteve na região e não acompanha a administração da empresa, na qual disse atuar apenas como "sócio investidor".
Em nota à BBC News Brasil, o advogado da Divitex Pericumã Empreendimentos Imobiliários, Orlando Diniz Pinheiro, disse que a empresa comprou terras na região dois anos antes do início da regularização do quilombo e, portanto, "não tinha conhecimento do pleito (em relação ao território)".
Itens que pertenceram aos primeiros moradores do Quilombo Mesquita

Itens que pertenceram aos primeiros moradores do Quilombo Mesquita

BBC BRASIL/Agência Brasil
Segundo Pinheiro, quilombolas jamais habitaram as áreas em posse da Divitex Pericumã. Ele diz que a empresa questiona na Justiça a inclusão do terreno na área definida pelo Incra como território ancestral da comunidade.
De acordo com o advogado, a terra em processo de demarcação "extrapola em muito a efetiva área de posse da comunidade do Mesquita". Ele afirma, no entanto, que a empresa jamais exerceu qualquer pressão sobre órgãos públicos para que o quilombo fosse reduzido.
Pinheiro diz que o terreno em posse da empresa está sendo arrendado para o plantio de grãos, mas que nada impede que no futuro abrigue empreendimentos imobiliários - atividade citada no objeto social da empresa.
"As famílias que pleiteiam a demarcação foram todas elas compradoras de terras na região, e não posseiras de área quilombola", afirma o advogado.
A quilombola Sandra Pereira Braga contesta a afirmação e diz que seus antepassados habitam a região há quase 300 anos.
Fila para cadastro de trabalhadores na construção de Brasília

Fila para cadastro de trabalhadores na construção de Brasília

BBC BRASIL/Arquivo Público do Distrito Federal
Ela diz que o quilombo festejou o anúncio de que o Incra revogaria a proposta de reduzir o território enquanto o caso era rediscutido, mas que a comunidade seguirá mobilizada até que o recuo seja definitivo.
Braga diz que, 58 anos após a fundação de Brasília, o quilombo ainda luta para que seu papel na construção da cidade seja reconhecido - e, mais do que isso, para que possa simplesmente continuar existindo nos arredores da capital.
"Se não fosse o Mesquita, Brasília não existiria", afirma.

Croácia derrota a Dinamarca nos pênaltis e vai às quartas da Copa

Da Redação



A Croácia venceu a Dinamarca nos pênaltis, neste domingo (1º), e se classificou às quartas de final da Copa do Mundo. As equipes começaram a partida de maneira arrebatadora, com dois gols em três minutos de jogo. No entanto, o empate em 1 a 1 persistiu até o último segundo da prorrogação, levando o confronto para os pênaltis.
Nas penalidades, os goleiros brilharam. Schmeichel pegou duas, mas Subasic também defendeu duas (Eriksen mandou na trave). E na última cobrança, Rakitic guardou a bola e correu para o abraço. Nas quartas de final, a Croácia enfrentará a Rússia, que eliminou a Espanha nos pênaltis. O duelo será no próximo sábado (7) , em Sochi, às 15h de Brasília. O jogo começou agitado, com dois gols em três minutos. Logo no primeiro minuto, Knudsen cobrou lateral, Delaney conseguiu o domínio e a bola sobrou para Jorgensen. Ele gira o corpo e chuta. O goleiro Subasic se atrapalha e a bola vai para o fundo do gol: 1 a 0 para a Dinamarca, no gol mais rápido da Copa do Mundo. Mas a Croácia empatou dois minutos depois. Vrsaljko dá um chutão para dentro da área, a zaga dinamarquesa tenta afastar e faz uma trapalhada. A bola sobra para Mandzukic, que chuta forte para empatar o duelo: 2 a 2. No resto do primeiro tempo, a Croácia foi mais agressiva. No entanto, a Dinamarca não mostrou fraqueza e também partiu para cima. O segundo tempo, que não foi tão animado como o primeiro. Muito equilibradas e fortes, as equipes buscaram a vitória, mas o resultado continuou o mesmo: 1 a 1. O jogo terminou empatado em 1 a 1 nos 90 minutos e foi para prorrogação. Tudo poderia ter “acabado” quando faltavam apenas 5 minutos para o fim do duelo, quando a Dinamarca cometeu pênalti. Modric dá um passe magnífico para Rebic. Ele dribla Schmeichel e fica com o gol livre. Jorgensen atropela o jogador e faz o pênalti. Com a chance de levar a Croácia às quartas nos pés, Modric cobra, mas vê o monstro Schmeichel defender: tudo igual.  

Deu zebra! Rússia vence a Espanha nos pênaltis e avança na Copa do Mundo; assista os melhores momentos!

Da Redação



A Rússia venceu a Espanha nos pênaltis, neste domingo (1º), e avançou às quartas de final da Copa do Mundo. As equipes empataram em 1 a 1 nos 90 minutos e o resultado seguiu o mesmo na prorrogação. Nas penalidades, os anfitriões derrotaram os espanhóis por 4 a 3.
A partida foi disputada no estádio Lujniki, em Moscou. Com a classificação, a Rússia aguarda o vencedor do duelo entre Croácia e Dinamarca para saber quem enfrenta nas quartas de final da Copa do Mundo. O primeiro gol do jogo saiu aos 12 minutos do primeiro tempo. Asensio levanta a bola na área em cobrança de falta, Sergio Ramos disputa com Ignashevich, que vai ao chão, mas toca com o tornozelo para as próprias redes! A Fifa ficou na dúvida sobre o autor, mas acabou assinalando contra do zagueiro russo. O empate veio no minuto 41. Piqué tocou uma das mãos na bola dentro da área a o juiz marcou pênalti. Dzyuba bateu no canto esquerdo do goleiro De Gea e deixou tudo igual. O segundo tempo foi morno e sem emoções. As equipes buscaram o desempate, mas ninguém criou chances incríveis. Na prorrogação, as duas equipes se arriscaram mais, principalmente na segunda etapa. A Espanha mostrou que não queria decidir a vaga nos pênaltis e chegou mais a meta adversária. No entanto, o placar terminou igual: 1 a 1. Sergio Ramos iguala Casillas e agora é o jogador espanhol com mais jogos em Copas. Nesta partida contra Rússia, capitão atinge 17 jogos de Mundial. Confira os melhores momentos do jogo!
Fonte: YouTube

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Nova Chevrolet Spin Activ7 é revelada com novo visual e sete lugares, preço parte de; 83.400$

Da Redação 
Por Gabriel Aguiar
Quatro Rodas

Com preços de até R$ 83.400, versão adianta novidades que chegarão ao restante da linha no próximo mês e que reforçam apelo custo/benefício/espaço interno

 
 
 

Com preços que variam de R$ 79.900 a R$ 83.400, o modelo recebeu mudanças no visual e, finalmente, está alinhado com os outros carros do fabricante.

Os farois estão mais refinados e contam com filetes de leds. Na traseira, as lanternas invadem a tampa do porta-malas.



Sem estepe na traseira, versão aventureira ganhou opção de sete lugares
Sem estepe na traseira, versão aventureira ganhou opção de sete lugares (Divulgação/Chevrolet)


Por dentro, a segunda fileira de bancos tem trilhos para aumentar em até 6 cm o espaço para as pernas dos passageiros (ou dedicar 5 cm extras à bagagem).
 
E essa não foi a única melhoria para quem viaja atrás: os encostos dianteiros ficaram 2,6 cm mais finos para aumentar a amplitude sem mexer no entre-eixos.
Sentiu falta do estepe pendurado na tampa traseira? Graças a essa mudança, o Spin Activ também ganhou opção de sete lugares (batizada de Activ7).

No painel, as linhas ficaram mais retilíneas e há novos detalhes cromados
No painel, as linhas ficaram mais retilíneas e há novos detalhes cromados (Divulgação/Chevrolet)


Até então somente a configuração topo de linha LTZ tinha a terceira fileira no porta-malas. O problema é que os bancos ainda não se escondem sob o assoalho.
Só não é tão fácil perceber quais foram as mudanças no painel.O quadro de instrumentos passou a ser o mesmo do Tracker. Fora isso, a tampa do porta-luvas é nova.
Se a sensação geral é de que o Spin mudou apenas o necessário, o mesmo pode ser dito ao dirigir. Afinal, quase não houve alterações no conjunto mecânico.

Segundo a GM, os revestimentos dos bancos foram pensados para facilitar a higienização
Segundo a GM, os revestimentos dos bancos foram pensados para facilitar a higienização (Divulgação/Chevrolet)

A GM diz que motor e câmbio tiveram atualizações eletrônicas para deixar as trocas de marchas mais rápidas, enquanto a suspensão foi recalibrada.
Na pista de testes da marca, foram necessários só 12 segundos para chegar aos 100 km/h, contra os 13,1 s da versão LTZ, que colocamos à prova em 2016.
Ao volante, quase não há diferenças comparado ao modelo anterior e o foco é conforto. Pena que ainda faltem controles eletrônicos de tração de estabilidade.

Recursos aumentam em até 9 cm o espaço para as pernas na segunda fileira
Recursos aumentam em até 9 cm o espaço para as pernas na segunda fileira (Divulgação/Chevrolet)

No quesito segurança, o Spin ganhou cinto de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes, além do sistema Isofix de fixação de cadeirinhas.
A lista de equipamentos de série ficou mais recheada, com câmera de ré, sensor de chuva, acendimento automático de faróis e alerta de esquecimento de pessoas ou objetos no banco traseiro.
Segundo o fabricante, a principal preocupação foi não elevar o preço em relação ao antecessor – o aumento foi de aproximadamente R$ 3.000 na opção de cinco lugares.


Isso significa que o apelo custo/benefício ainda está a favor do Spin, um dos únicos modelos com sete lugares abaixo dos R$ 100.000 (além do veterano Fiat Doblò, de R$ 87.190).
 

Veredito

Visual é questão de gosto pessoal, só que o Spin Activ ganhou argumentos de venda que vão além do novo estilo.
Mais equipado, com opção de sete lugares e preços semelhantes àqueles que eram praticados na versão anterior, o modelo continua como uma das melhores opções “custo/benefício/espaço” do mercado.

Teste de pista
Quadro de instrumentos foi emprestado do SUV Tracker
Quadro de instrumentos foi emprestado do SUV Tracker (Divulgação/Chevrolet)

  • Aceleração de 0 a 100 km/h: 12 s
  • Aceleração de 0 a 1.000 m: 33,9 s – 150 km/h
  • Velocidade máxima: 169 Km/h*
  • Retomada de 40 a 80 km/h: 5,2 s
  • Retomada de 60 a 100 km/h: 7 s
  • Retomada de 80 a 120 km/h: 9,3 s
  • Frenagens de 60/80/120 km/h a 0 m: 15,9/27,2/62,6 m
  • Consumo urbano: 11,4 km/l
  • Consumo rodoviário: 15,3 km/l
    *Dado de fábrica
    Avaliação em pista feita com gasolina.

Ficha técnica – Chevrolet Spin Activ7

  • Preço: R$ 83.400
  • Motor: flex, dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 8V, 1.796 cm3; 111/106 cv a 5.200 rpm, 16,8/17,7 mkgf a 2.800/2.600 rpm
  • Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira
  • Suspensão: McPherson (dianteiro) /eixo de torção (traseiro)
  • Freios: discos ventilados (dianteiro), tambor (traseiro)
  • Direção: elétrica; diâmetro de giro, 10,8 m
  • Rodas e pneus: liga leve, 205/60 R16
  • Dimensões: comprimento, 441,5 cm; altura, 168,9 cm; largura, 176,4 cm; entre-entre-eixos, 262 cm; peso, 1.275 kg; tanque, 53 l; porta–malas, 162/553/

Estado Islâmico promete mar de sangue na Copa com imagem de Neymar ‘degolado’

Da Redação
Reprodução



Mesmo que a Copa do Mundo na Rússia esteja correndo de forma pacífica e já se encaminha para o final da fase dos grupos, o Estado Islâmico segue com as suas ameaças. Desde o ano passado, o grupo terrorista promete derramar um ‘mar de sangue’ durante o evento.
Nesta terça-feira (26), o EI divulgou novamente algumas montagens com Messi, Neymar, CR7 e outros participantes da Copa ‘degolados’ e de joelhos.
Segundo o jornal britânico ‘The Mirror’, o grupo radical já teria mapeado alguns locais da Rússia para executar seus ataques e pretende usar drones armados para realizar as investidas mortais.
Como é de costume, outra tática que o EI assegura é que vão utilizar homens-bomba. Eles também prometem técnicas diferentes para poder enganar as autoridades russas.

Fonte: Notícias ao Minuto

Brasil vence a Sérvia, avança em 1º e enfrenta México nas oitavas

Da Redação



O jogo de “vida ou morte” para o Brasil na Copa do Mundo da Rússia teve final feliz para a torcida verde e amarela, maioria dentre os mais de 41 mil presentes ao estádio do Spartak, em Moscou.
Paulinho e Thiago Silva marcaram, Philippe Coutinho voltou a jogar bem, e Neymar começa a dar sinais de que pode crescer na Copa.
Nesta quarta-feira, com um gol em cada tempo, a seleção de Tite venceu a Sérvia por 2 a 0 e se classificou para as oitavas de final na liderança do grupo E. O próximo adversário é o México, em Samara, no dia 2 de julho (segunda-feira).
A derrota eliminou os sérvios, enquanto a Suíça avançou na segunda colocação e terá pela frente a Suécia, no dia 3, em São Petersburgo.
Nos primeiros minutos o Brasil criou duas boas chances em campo com Coutinho e Gabriel Jesus, mas depois a Sérvia começou a melhorar e aparecer com perigo pelos dois lados.
Marcelo sentiu uma lesão e precisou sair ainda com dez minutos de jogo, entrando Filipe Luis em seu lugar.
A pressão sérvia, no entanto, diminuiu, e o Brasil tomou conta da posse de bola. As oportunidades foram aparecendo.

Fonte: ESPN

terça-feira, 26 de junho de 2018

Maradona ‘causa’ em jogo da Argentina com dancinha, comemoração ‘possuída’ e até ‘cochilo’

Da Redação

A Argentina jogou uma partida de vida ou morte na Copa do Mundo diante da Nigéria. A vitória por 2 a 1 classificou a seleção argentina, que enfrentará a França nas oitavas de final. No entanto, uma pessoa conseguiu roubar a cena do lado de fora do gramado: Diego Armando Maradona. O grande ídolo do país simplesmente ‘causou’ nas arquibancadas. Tudo começou ainda antes da partida. Como sempre, todos se aglomeraram para tirar fotos perto de Maradona. Desta vez, até atiraram uma faixa dele mesmo. E o ídolo a agarrou e pendurou no vidro de seu camarote. O segurança que o acompanhava teve muito trabalho para contar os ânimos de todos – inclusive dele mesmo, que insistia em se debruçar no vidro.
Fonte: ESPN