domingo, 14 de abril de 2019

Os bastidores de 'Jezabel' a nova Novela da TV Record: Marrocos oferece turismo gastronômico, religioso e histórico

Da Redação
R7

Vista da Torre Hassan, em Rabat

A macrossérie Jezabel estreia na Record TV no próximo dia 23. As gravações da trama, escrita por Cristianne Fridman e com direção geral de Alexandre Avancini, se dividiram entre Paulínia, no interior de São Paulo, e Marrocos.
O país norte-africano encantou atores do elenco, como a protagonista Lidi Lisboa, Stefhany Brito (Raquel), Juan Alba (Obadias) e Leo Cidade (Levi), que não deixaram de publicar fotos nos cenários deslumbrantes em seus perfis no Instagram.
Com 34 milhões de habitantes e banhado pelo Mar Mediterrâneo e pelo Atlântico, o Marrocos tem uma história marcada pela resistência. Única nação do Norte da África a evitar a ocupação pelo Império Otomano, precisou lutar pela independência no século passado quando foi dividido em dois protetorados: um francês e outro espanhol. Desde 1956, quando se livrou da dominação europeia, é uma monarquia constitucional com um parlamento eleito e um dos destinos mais procurados na África. 
Mesquita Hassan II, em Casablanca

Mesquita Hassan II, em Casablanca

Jade Ignacio
O que saber antes de ir
Alem de checar a validade do passaporte, antes de ir é preciso se informar sobre saúde, segurança e transporte dentro do Marrocos.
No site do Ministério das Relações Exteriores, há atualizações sobre o país. Não há, hoje, necessidade de vacina, mas mesmo não sendo obrigatório, é bom ter um seguro de viagem para o caso de algo acontecer.
Transporte
Mariana Ignacio, jornalista do site Quero Viajar Mais, visitou o País em agosto de 2018, e indica pesquisar bastante antes ir para lá para não passar por situações ruins. E um dos pontos críticos é sobre o transporte.
Internamente, os voos são caóticos. Por via terrestre e ferroviária, a viagem flui melhor. Mas é preciso cuidado. "Fui orientada pelas buscas na internet a não utilizar o transporte público nas cidades. Embora os trens elétricos sejam modernos e existam em algumas cidades, como Casablanca e Rabat, é necessário entender que as orientações estão em francês e árabe e não há tantas informações nos locais em nível turístico. Ônibus são impossíveis. Não existe Uber por lá. Então é importante se hospedar em um local estratégico", explica.
Kasbah de Ouidais, na cidade de Rabat

Kasbah de Ouidais, na cidade de Rabat

Jade Ignacio
Se for de táxi, tome cuidado. "É bom pesquisar sempre sobre os possíveis golpes. Por exemplo, pergunte antes de pegar o táxi qual é o valor que ele cobra até o seu destino. Eles não têm taxímetro, então podem cobrar o valor que quiserem e é bom que você saiba o que é justo. Me cobraram $50 dirhams para cada uma das corridas. E tenha o dinheiro trocado para este tipo de serviço. Mas é preciso dizer que o trem de uma cidade a outra é muito bom e super em conta (25 euros a primeira classe)", explica Mariana.
Turismo histórico
A jornalista explica que o turismo é focado na cultura local. Em alguns lugares (como em Rabat) é possível perceber que não há uma estrutura para o turismo. Mas as hospedagens existem, principalmente dentro das medinas (mercados antigos e muralha da cidade), onde os riads (hospedagens tradicionais) atraem os visitantes. "Também dá para perceber quais são os locais mais visitados: grandes construções (kasbahs e mesquitas), curtumes (onde se curte o couro) e lugares em que se pode compreender a cultura local e adquirir parte desse cultura (azulejos, por exemplo)", lista Mariana.
Leo Cidade estreia na TV no elenco de Jezabel

Leo Cidade estreia na TV no elenco de Jezabel

Reprodução/Instagram
As cidades mais importantes e atraentes são Rabat, Marrakech, Casablanca, Fez, Ouarzazate e Tanger. O Marrocos caracteriza-se por ser um país montanhoso, mas também inclui desertos e um litoral que destaca-se pela beleza. "Só visitei o litoral (Rabat e Casablanca). Se tivesse a possibilidade, visitaria também o deserto (Fez e Marrakech). Na verdade, minha lista ideal seria: deserto, litoral e interior. Embora o interior montanhoso carregue muita cultura e entendimento do país, este não está tão preparado para receber turistas e isso pode ser perigoso para os visitantes estrangeiros", recomenda Mariana.
Gastronomia
Comer em um país com uma cultura completamente diferente sempre pode ser um desafio. Mas para quem está aberto a novas experiências, não chega ser um sacrifício experimentar a culinária típica e é possível encontrar muitos pratos deliciosos, fartos e baratos.
Foto de Monica Carvalho mostra o deserto

Foto de Monica Carvalho mostra o deserto

Reprodução/Instagram
"As opções eram variadas. É importante saber que eles usam muitos temperos (como canela no frango), então é importante estar aberto ao novo. Os pratos típicos são o tahine (um tipo de ensopado de carne e batatas) e o cuscuz (seco, com alguns legumes e carnes). Mas tem diversas opções e tem como se alimentar de maneira tranquila, inclusive com frutas e legumes. E tem vários mercadinhos também".
Bebidas alcoólicas são proibidas para muçulmanos, mas os turistas podem consumir em alguns locais. "Eles também tem um costume de tomar um aperitivo (não alcoólico) antes do alimento e é bem significativo: leite de cabra com mel", conta Mariana.
Andre Bankoff em povoado local

Andre Bankoff em povoado local

Reprodução/Instagram
Hospedagem
As melhores opções são aquelas melhor localizadas. Estar perto da medina, onde costuma ser o centro da cidade, te permite fazer os passeios a pé mesmo ou de táxi. "Assim, além de não precisar utilizar o transporte público um tanto confuso e inseguro, também dá para se localizar melhor em relação aos pontos turísticos, aconselha Mariana.
Outra questão importante, segundo ela, diz respeito aos casais: eles só poderão ficar no mesmo quarto provando serem casados, no papel. "Isso foi importante para nós, embora meus pais tenham o mesmo sobrenome sendo casados, não é o que sempre acontece. É uma questão local cultural", avisa.
Sthefany Brito aproveitou para fazer turismo

Sthefany Brito aproveitou para fazer turismo

Reprodução/Instagram
Idioma
As línguas oficiais de Marrocos são o árabe e o berbere. O grupo distintivo de dialetos árabes marroquinos é referido como darija. Aproximadamente 90% de toda a população pode se comunicar em algum grau em árabe marroquino.
O francês também é amplamente utilizado em instituições governamentais, mídia, grandes empresas, comércio internacional com países francófonos e, muitas vezes, na diplomacia internacional. A língua é ensinada como obrigatória em todas as escolas.
Em 2010, havia 10.366.000 francófonos em Marrocos, ou cerca de 32% da população. "Para quem fala francês é tranquilo. Nos viramos bem, embora ninguém da família fale francês. Aprender o básico é sempre bom e embora seja um povo com uma cultura diferente, fomos muito bem recebidos em todos os lugares. Aprendemos a perguntar o preço, falar o nome dos lugares que queríamos visitar (a alguns nós fomos de táxi), agradecer em árabe, essas coisas pequenas, mas que fazem com que as pessoas sejam simpáticas a você, porque está tentando conhecer aquele povo e aquela cultura", analisa Mariana.
Juliana Knust com um dromedário

Juliana Knust com um dromedário

Reprodução/Instagram
Religião
A cultura marroquina é uma mistura de árabes, berberes nativos, africano subsaariano e influências europeias, por conta de sua proximidade com a Espanha. A religião predominante é o islã. Mas, apesar disso, é considerado um dos países muçulmanos mais liberais do mundo.
Mariana Ignacio comenta que isso, no entanto, não pode ser interpretado como uma maneira de desprezar os costumes dos habitantes. "Não entre em mesquitas se não for muçulmano ou se for mulher. Apenas a Mesquita de Casablanca (Hassan II) é aberta para visitantes. Respeite os horários de culto e as crenças. É necessário entender a importância da religião para o país. Além disso, evite roupas que mostrem as pernas e sem mangas (dica válida para homens e mulheres)", adverte.
Ainda sobre as questões culturais e religiosas, ela ressalta que mulheres precisam ter um véu sempre à mão e deveriam evitar visitar o país sozinhas. "Usei o véu na maioria dos lugares. Mas quando você vê uma local não utilizando, significa que tem como tirar sem ofendê-los de alguma forma. Infelizmente, uma estrangeira viajar sem uma presença masculina atrairá olhares e tentativas de golpe. Evite esta situação."
Viagem permite experiências culturais

Viagem permite experiências culturais

Reprodução/Instagram
Negociações
O marroquino é um povo que preza pelos bons negócios. E por isso irá discutir o preço do que quer vender e até ser insistente. Mas isso não é unanimidade no país hoje em dia. Cidades mais populosas já contam com comerciantes menos invasivos. Mas alguns costumes continuam a existir. "Nas medinas, se você está vendo algum produto e diz que não vai levar, o vendedor abaixa o preço a fim de te fazer pensar sobre o assunto. Passei por isso, mas não rolou uma insistência dos vendedores. Fiquei sabendo que em Marrakech, por exemplo, isso é bem forte", conta Mariana.
"Mas é bom evitar olhar um produto que não tenha a intenção de comprar, porque é ofensivo sair de uma loja sem levar nada", revela.
Nas ruas, as pessoas oferecem serviços para os turistas. Não chega a ser um golpe, mas alguns querem fazer algo (como levar a mala) e depois te cobrar por este serviço. "Querem saber onde você vai para te levar até lá e te cobrar por isso também. O 'La Shukram' (não, obrigado) ajuda muito nesses casos. As pessoas não são ruins. Mas o país vive numa crise em que as pessoas precisam de dinheiro e não têm como conseguir", salienta.

Segunda temporada de One-Punch Man revela grande segredo de King

Da Redação



A primeira temporada de One-Punch Man acabou há quase 4 anos e os fãs estavam no aguardo da continuação. Agora, a temporada 2 já estreou e podemos explorar mais do mundo de Saitama.
E o primeiro ponto é o misterioso King, que possui o título de mais poderoso do mundo. Só que ele tem um segredo: ele é um cara muito fraco que só tem levado os créditos pelos feitos de Saitama.
King é um Herói de Classe S e Rank 7 na Associação de Heróis e seu visual tenta enfatizar isso. Podemos dizer que King é o Mr. Satan de One-Punch Man.

Maurizio Dotti e os pósteres do TEX WILLER

* Depois de 428 ilustrações realizadas no espaço de mais de 20 anos (1996-2017), Claudio Villa passou o bastão de autor dos mini-pósteres de Tex publicados na colecção Tex Nuova Ristampa, a Maurizio Dotti.
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Janeiro de 2018 marcou a estreia de Maurizio Dotti na realização dos mini-pósteres de brinde publicados na série italiana de Tex Nuova Ristampa, substituindo o mítico Claudio Villa. Tratou-se de um verdadeiro acontecimento já que foram mais de 20 anos e mais de 420 ilustrações realizadas pelo actual responsável pelas capas de Tex.

Claudio Villa e Maurizio Dotti
Maurizio Dotti é no presente um dos mais admirados e aclamados desenhadores do actual staff de desenhadores de Tex Willer e fez para a revista portuguesa do Clube Tex Portugal a sua primeira capa de Tex, capa essa que foi muito elogiada não somente pelos leitores da revista do Clube Português, mas também um pouco por todo o mundo após ser dada a conhecer na Internet, elogios que choveram inclusive na Sergio Bonelli Editore, sobretudo do actual responsável máximo de Tex, o editor Mauro Boselli.
Boselli que é um confesso admirador das qualidades artísticas de Maurizio Dotti ficou tão agradado com a capa portuguesa que assim que houve uma oportunidade convidou o desenhador milanês (que foi uma das estrelas presentes na 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, evento realizado em Abril de 2016) para fazer uma capa oficial de Tex, capa essa para o Color Tex nº 12 que foi publicado em Novembro de 2017.

A dupla Dotti-Boselli com uma página de uma edição de Tex
A partir daí, no quesito capas, houve uma ascensão meteórica de Maurízio Dotti, que substituiu Claudio Villa na realização dos mini-pósteres de Tex publicados em Tex Nuova Ristampa (e que serão futuras capas no Brasil) e foi convidado para ser o capista oficial de Tex Willer, a nova série dedicada ao jovem Tex… e tudo isto começou então com um convite português…
Hoje no Blogue do Tex vamos dar a conhecer a todos os nossos leitores todo o processo de criação de dois dos mais recentes mini-pósteres, mais precisamente os números 442 e 443, desenhado por Dotti, desde o esboço inicial até à ilustração pintada nas cores do próprio Maurizio Dotti, passando pela arte a preto e branco:

Esboço inicial de Maurizio Dotti para o Póster de Tex Nuova Ristampa de Tex n° 442
Ilustração finalizada a tinta da china por Maurizio Dotti para o Póster de Tex Nuova Ristampa de Tex n° 442
Ilustração finalizada com as cores de Maurizio Dotti para o Póster de Tex Nuova Ristampa de Tex n° 442
Esboço inicial de Maurizio Dotti para o Póster de Tex Nuova Ristampa de Tex n° 443
Ilustração finalizada a tinta da china por Maurizio Dotti para o Póster de Tex Nuova Ristampa de Tex n° 443
Ilustração finalizada com as cores de Maurizio Dotti para o Póster de Tex Nuova Ristampa de Tex n° 443

sexta-feira, 22 de março de 2019

Dylan Dog regressa a Portugal numa nova colecção da G. Floy Studio!

Dylan Dog regressa a Portugal

numa nova colecção da G. Floy Studio!


* Dylan Dog, um dos mais populares personagens da BD italiana e nome maior da editora Bonelli, regressa a Portugal, agora pela mão da G Floy, inaugurando a nova Colecção Aleph, dedicada à Banda Desenhada europeia.

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* O Velho que Lê, o título que inaugura esta colecção, escrito e desenhado por Fabio Celoni, teve lançamento oficial no dia 9 de Março no Festival Coimbra BD, onde o desenhador italiano foi um dos convidados. Até que a Morte Vos Separe, uma das mais célebres histórias de Dylan Dog (de Mauro Marcheselli, Tiziano Sclavi e Bruno Brindisi) terá lançamento oficial no dia 27 de Abril, em Anadia (Museu do Vinho Bairrada), na 6ª Mostra do Clube Tex Portugal que contará com a presença de Bruno Brindisi.

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* Além de O Velho que Lê, uma bela evocação do poder dos livros, o primeiro volume dedicado a Dylan Dog inclui ainda a história A Pequena Biblioteca de Babel, uma divertida homenagem a Jorge Luís Borges, escrita por Tiziano Sclavi, o criador de Dylan Dog, com desenhos de Angelo Stano, o desenhador de L’Alba dei Morti Viventi, a primeira aventura do Investigador do Pesadelo..



Criado por Tiziano Sclavi, DYLAN DOG é o célebre investigador do paranormal, o detective dos pesadelos, uma das mais conhecidas personagens de BD de sempre, cujas aventuras ao mesmo tempo aterradoras, inquietantes e melancólicas, têm encantado leitores – e leitoras – em todo o mundo.
Detective privado especializado no sobrenatural e no paranormal, ex-agente da Scotland Yard e alcoólico recuperado, Dylan Dog é uma das mais fascinantes personagens da banda desenhada europeia e, juntamente com Tex, um dos maiores símbolos da qualidade das produções da editora italiana Bonelli. É também, de certa maneira, um anti-herói, cuja personalidade melancólica e reflexiva, cuja ocasional insegurança aliada à sua inteligência penetrante, souberam granjear a admiração e fidelidade de milhões de leitores – e leitoras, ou não fosse Dylan uma das personagens mais populares junto do público feminino – levando inclusive o grande Umberto Eco a declarar “Sou capaz de ler a Bíblia, Homero e Dylan Dog durante dias e dias sem me aborrecer” (Umberto Eco que apareceria na série sob a forma do prof. Humbert Coe).

Dylan Dog surge pela primeira vez em 1986, na história L’Alba dei Morti Viventi (O Amanhecer dos Mortos Vivos), uma história de zombies onde o terror se misturava com o humor, e cedo se tornou uma personagem de culto, capaz de conquistar tanto as leitoras, com a sua aura romântica, como os intelectuais como Umberto Eco, até aos apreciadores dos filmes de terror, que não ficavam indiferentes ao lado por vezes gore da série. E a época de ouro do cinema de terror italiano, representado por nomes como Dário Argento, Mário e Lamberto Bava e Michele Soavi, é uma das grandes referências de Tiziano Sclavi, o criador da série. Confirmando as ligações de Dylan Dog e do seu criador com o cinema, o herói emprestou o nome ao Dylan Dog Horror Fest, um festival de cinema de terror, que teve quatro edições, entre 1987 e 1993, onde os desenhadores de Dylan Dog partilhavam o protagonismo com grandes nomes do cinema de terror, como Dario Argento, que recentemente escreveu uma aventura do Investigador do Pesadelo.
Foi precisamente nos anos 90 que Dylan Dog passou de série de culto para verdadeiro fenómeno de massas, aspecto a que não será estranha a grande qualidade dos seus principais desenhadores, como Angelo Stano, Fabio Celoni, Bruno Brindisi e Corrado Roi. O sucesso de Dylan Dog foi tal, que chegou mesmo a ultrapassar Tex como título mais vendido da casa Bonelli, com vendas superiores a meio milhão de exemplares da revista mensal, aos quais se acrescentavam outro meio milhão com as edições especiais e reedições, ao mesmo tempo que a personagem era adaptada a outros meios de comunicação, desde o cinema e jogos de computador, ao teatro radiofónico.

Em Portugal, e depois de um período em que chegava apenas em edições brasileiras distribuídas em bancas do nosso país, Dylan Dog estreou-se em 2017 na colecção Novela Gráfica da Levoir, com Mater Morbi, uma história de enorme impacto e sucesso em Itália, para no ano seguinte protagonizar o terceiro e décimo volumes da colecção que a Levoir dedicou aos fumetti da Bonelli. Finalmente, em 2019 Dylan Dog chega ao catálogo da G.Floy, abrindo a nova Colecção Aleph, dedicada a explorar outras latitudes do universo da BD. Uma estreia que se fará em dois tempos: primeiro, no Coimbra BD, com o lançamento do volume inicial da colecção, O Velho que Lê, de Fabio Celoni, com a presença do autor. E em segundo lugar, Até que a Morte Vos Separe, história desenhada por Bruno Brindisi, em finais de Abril, com o lançamento oficial na 6ª Mostra do Clube Tex Portugal, que contará com a presença de Bruno Brindisi, desenhador então do segundo volume. São álbuns num formato próximo do original, com cerca de 17×22 cms, capa dura, e 120 páginas a preto e branco, que recolherão uma história principal, e quando o espaço o permita, histórias mais curtas que complementarão os volumes.

Convidamos assim os nossos leitores a descobrirem o universo desta genial personagem, emblemática de um verdadeiro novo mundo da banda desenhada que se abre aos leitores portugueses, o dos fumetti italianos!

Monte Everest: derretimento de geleiras expõe corpos congelados há anos

Representantes locais dizem que restos mortais de alpinistas estão aparecendo com maior frequência com os efeitos do aquecimento global

A maior parte dos corpos que apareceram está no glaciar de Khumbu

Operadores de expedições na montanha mais alta do mundo estão preocupados com o número de corpos de alpinistas mortos que estão aparecendo com o derretimento de geleiras no Everest.
Quase 300 aventureiros já morreram no local desde a primeira tentativa de subida, e dois terços dos corpos ainda estão sob neve e gele. A maior parte dos óbitos acontece por avalanches, quedas, mas também problemas fisiológicos agudos, como tontura e dor de cabeça.
Corpos começam a ser removidos no lado chinês da montanha, conforme se aproxima a temporada de escalada da primavera.
Mais de 4,8 mil alpinistas já escalaram o pico mais alto da Terra.
"Por causa do aquecimento global, o manto de gelo e os glaciares estão derretendo rapidamente. Os cadáveres que permaneceram enterrados durante todos esses anos estão agora sendo expostos", explica Ang Tshering Sherpa, ex-presidente da Associação de Montanhismo do Nepal.
Corpo de um alpinista japonês é retirado de acampamento no Everest; restos mortais de pessoas que morreram há algum tempo estão aparecendo com maior frequência, segundo associações locais

Corpo de um alpinista japonês é retirado de acampamento no Everest; restos mortais de pessoas que morreram há algum tempo estão aparecendo com maior frequência, segundo associações locais

ANG TASHI SHERPA
"Já descemos cadáveres de alguns montanhistas que morreram nos anos recentes, mas os mais antigos estão aparecendo agora".
Um funcionário do governo local afirmou à BBC: "Eu mesmo resgatei cerca de 10 cadáveres nos últimos anos em diferentes pontos do Everest. Claramente, mais e mais deles estão surgindo agora".
Corpos expostos
Em 2017, a mão de um alpinista morto apareceu acima do solo no acampamento 1.
Operadores de expedições contam que precisaram reunir escaladores profissionais da comunidade sherpa para mover o corpo.
No mesmo ano, outro corpo apareceu na superfície do glaciar de Khumbu - onde a maioria dos cadáveres vem surgindo nos últimos anos, dizem os montanhistas.
Outro local que tem revelado corpos é o acampamento 4, um lugar relativamente plano.
"Mãos e pernas de cadáveres também apareceram no acampamento-base nos últimos anos", disse um funcionário de uma ONG da região.
"Percebemos que o nível de gelo em torno do acampamento-base está diminuindo, e é por isso que os corpos estão ficando expostos".
Derretimento comprovado
Vários estudos já mostraram que as geleiras da região do Everest, como na maior parte dos Himalaias, estão derretendo e ficando mais estreitas.
Um trabalho de 2015, por exemplo, revelou que as lagoas na área do glaciar de Khumbu - que os alpinistas precisam atravessar para chegar ao pico - estavam se expandindo e se juntando por causa do derretimento acelerado.
Em 2016, o exército do Nepal drenou o lago Imja, perto do Monte Everest, depois que a água resultante do derretimento glacial atingiu níveis perigosos.
Outra equipe de pesquisadores, incluindo membros das universidades de Leeds e Aberystwyth, do Reino Unido, perfuraram no ano passado o Khumbu e encontraram gelo mais quente do que o esperado.
Estudo mostrou que lagos na área do glaciar de Khumbu estão se juntando

Estudo mostrou que lagos na área do glaciar de Khumbu estão se juntando

C. SCOTT WATSON/UNIVERSITY OF LEEDS
Nem todos os cadáveres que emergem do gelo, no entanto, aparecem por conta do derretimento glacial.
Alguns deles são expostos também por causa do movimento do glaciar de Khumbu, dizem montanhistas.
"Por causa do movimento do Khumbu, conseguimos ver cadáveres de tempos em tempos", explica Tshering Pandey Bhote, vice-presidente da Associação Nacional de Guias de Montanhas do Nepal.
"Mas a maioria dos escaladores está mentalmente preparada para se deparar com essa visão".
Corpos mortos como 'marcos'
Corpos também estão aparecendo no acampamento 4

Corpos também estão aparecendo no acampamento 4

DOMA SHERPA
Alguns dos cadáveres em setores de maior altitude do Everest chegaram a servir de ponto de referência para montanhistas.
Um deles, perto do cume, era conhecido como "botas verdes" - referência a um alpinista que morreu pendurado sob uma rocha saliente. As botas apontavam para a direção da rota.
Alguns montanhistas dizem que o corpo já foi removido, mas autoridades do Nepal dizem não ter informações sobre se os restos mortais ainda são visíveis.
Trabalhadores e organizações locais apontam para as dificuldades em remover os cadáveres - principalmente os em pontos mais altos.
Especialistas dizem que descer um corpo custa entre US$ 40 mil (cerca de R$ 150 mil) e US$ 80 mil (R$ 300 mil).
"Uma das remoções mais desafiadoras foi a uma altura de 8,7 mil metros, perto do cume", diz Ang Tshering Sherpa.
"O corpo estava totalmente congelado, pesava 150 kg e teve que ser retirado de um lugar difícil, naquela altitude".
Trabalhadores e montanhistas também lembram que as decisões sobre o que fazer com um corpo dependem também de questões pessoais.
"A maioria dos alpinistas preferem ser deixados nas montanhas em caso de morte ", diz Alan Arnette, um famoso praticante do esporte que também escreveu livros sobre o assunto.
"Então, removê-los pode ser considerado desrespeitoso. Ao menos que eles precisem ser retirados da rota de escalada ou que as famílias desejem isto".

Celulares piratas serão bloqueados em 15 estados neste a partir desse domingo (24)

      Da Redação                

Anatel encerra o serviço de aparelhos irregulares nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste; saiba como consultar a situação de um aparelho

 
Anatel bloqueará celulares piratas neste domingo (24)
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) inicia neste domingo (24) o bloqueio de celulares irregulares que foram habilitados a partir do dia 07 de janeiro de 2019. O bloqueio acontecerá nas regiões Norte (Amazonas, Roraima, Pará, Amapá), Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia) e Sudeste (Minas Gerais e São Paulo).

Leia também: Procon-SP notifica Google para suspender vídeos da Momo

A ação faz parte do programa Celular Legal da Anatel, que está na sua última fase. Na ação já foram bloqueados 244.217 em todo o país e foram enviadas 531.446 mensagens de avisos para celulares irregulares até o momento.
O celular irregular é aquele que não possui o selo da Anatel, que certifica e garante ao consumidor a compatibilidade do aparelho com as redes de telefonia celular brasileiras. O selo normalmente está localizado atrás da bateria ou no manual.
O bloqueiode aparelhos irregulares visa aumentar a segurança dos usuários e reduzir o número de roubos e furtos, para tentar diminuir a falsificação e clonagem dos IMEIs (número de identificação do aparelho).
 Para obter informações da situação do seu celular, siga o passo a passo abaixo:
Tutorial para confirmar se o celular pode ser bloqueado

Tutorial para confirmar se o celular pode ser bloqueado

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Após plásticas, brasileira que imita Kardashian é capa da Playboy


R7 Meu Estilo
Daniel Vaughan, do R7

Nathy Kihara gastou mais de R$ 200 mil em procedimentos estéticos para ficar parecida com Kourtney, irmã mais velha do clã Kardashian

Nathy não poupou dinheiro para ficar parecida com Kourtney Kardashian


Nathy faz sucesso em PortugalNathy Kihara será capa da primeira edição de 2019 da revista Playboy Portugal, que também será lançada no Brasil. A modelo, de 32 anos, chamou atenção ao gastar mais de R$ 200 mil em plásticas para parecer Kourtney Kardashian.

Nathy faz sucesso em Portugal

Divulgação Playboy/Bernardo Coelho - CO Assessoria
É a segunda vez que Nathy posa para a publicação internacional, com fotos clicadas em terras lusitanas, num cenário paradisíaco chamado Setúbal.
Inspirada em Kourtney Kardashian, a modelo não poupou dinheiro para ficar parecida com a mais velha das irmãs do clã norte-americano — detalhe que marcou a escolha da modelo pela revista.
Entre os procedimentos estéticos realizados por Nathy, estão desde bichectomia para afinar o rosto até implantes de silicone. O resultado poderá ser conferido na íntegra nas bancas a partir do dia 10 de janeiro.