domingo, 15 de dezembro de 2013

Desenhado pelos de animais hiper realista

Ultimamente estou tendo pouquíssimo tempo para preparar novos materiais, dicas e idéias para postar aqui. Mas aproveitando desta situação e com o objetivo de passar outro ponto de vista também para vocês, e não apenas o meu, resolvi pesquisar alguns tutoriais de alguns grandes artistas!
Encontrei alguns em inglês, irei traduzi-los, e conforme for traduzindo, irei postando aqui.

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Para começar, como muitas pessoas pedem ajuda sobre como fazer cabelos e pelos, deixo esse tutorial criado por MJ SiBley, um artista Americano. O conteúdo não é meu, eu apenas o traduzi e coloquei a linguagem um pouco mais prática e acrescentei alguma coisa, para facilitar o entendimento! Espero que gostem, pois assim que receber a autorização de um outro grande artista, estarei postando suas dicas aqui também!

Uma pequena introdução ao tema

“Como muitos pedem auxilio sobre como desenhar pelos, resolvi mostrar como desenhar um cachorro. Esse exercício aparentemente simples é na verdade uma tarefa quase impossível. Não só pelo fato que os estilos de um artistas para outro são muito diferentes, mas também pela forma diferente de cada um trabalhar. No entanto, pretendo pelo menos apresentar-lhe a minha maneira de desenhar pelos ou cabelos; as técnicas que descreverei na verdade se adéquam ao meu estilo e ambições … mas espero passar uma idéia sobre o assunto, mas tenho consciência que a minha idéia é só uma entre mil formas de se fazer……..


Um encantador desenho de um cão por Karen Gillies. Os tons foram usados para modelar e definir a forma do corpo, que concentra a maior atenção do espectador sobre os olhos, já que foi a parte escolhida para ter destaque. O artista atribuiu pouca importância ao detalhe do cabelo.Este Basset Hound, mostra o uso do cabelo/pelos como o único meio de expressar a forma tridimensional do corpo. Aqui, o branco do olho foi cuidadosamente preservado para atrair a atenção nesse sentido.
A ilustração (acima, à esquerda) mostra o uso global de sombreamento – nele  o assunto foi tradado como um objeto tridimensional único sem textura da superfície e  foi feita a aplicação de tons sem muita preocupação com tornar a textura tridimensional. Ao dar prioridade visual da forma subjacente, a presença de pêlos é deixada quase inteiramente para a imaginação de telespectadores, não sendo muito trabalhoso o desenho.
Na elaboração do Basset (acima à direita) eu usei um sombreamento detalhado e preciso – deve-se observar a quantidade de reflexo de luz nos pelos, e reproduzir o efeito, assim como as sombras.  Neste desenho foi dado prioridade à aparência exterior – A forma tridimensional é descrita apenas pelos cabelos e sua textura, pela forma que foi realçada em seu contorno.

Não é tudo em preto e branco  total…

Se todo “preto” fosse realmente preto e todo “branco” fosse um puro e impecável branco, não veremos nada alem de desenhos planos com contornos nítidos, sem nenhuma noção de outra dimensão. . Mas nada na vida é tão simples – na realidade, os reflexos e a absorção da luz desempenham um papel importantíssimo para definir o que vemos. É o destaque da luz  na pelagem preta do Labrador, com todo seu brilho que nos revela o formato do cão – a estrutura superior, ou seja, a superfície nunca é  vista de forma demasiada, sempre tem algo mais a observar. Nesse caso, o pelo, só o pelo, definiu a sua forma tridimensional. O mesmo também se aplica para um Poodle branco, apenas a ênfase é invertida – nesse caso, são as sombras que desempenham um papel de destaque no desenho, revelando suas formas. Mas há também um outro aspecto que é tão verdadeiro para ambos os processos descritos, que é…

Um risco de lápis não é um cabelo…

O risco do Lápis serve apenas para marcar a forma e a posição dos cabelos. Bem, isso pode ser percebido se pensarmos em ocasiões onde necessite fazer um fil  ou mecha branca em cima de uma preta. O lápis certamente irá adicionar o tom na medida necessários para os pelos, pintando-o em sua forma. Mas no uso geral, uma linha feita com a ponta de um lápis não representa um fio de cabelo – ela forma a fronteira entre uma mexa e outra.

Negativo e Positivo …

Nos desenho de pelos, observamos partes de textura positivas e partes de texturas negativas (Em relação ao contraste entre luz e sombra. Onde há mais sombra do que luz, o desenho é “negativo”, e quando há mais luz do que sombra, a imagem é dita “positiva”), e cada um tem de ser entendido separadamente para que após isso, você possa facilmente combinar os dois e reproduzir o cabelo com um senso de realidade.
Como afirmei acima, vemos os cabelos pretos por causa de seus destaques de luz, já os cabelos brancos são destacados por suas sombras. Em ambos os casos, os cabelos são visíveis devido à sua “negativa” de propriedades. Na prática, você não cria o cabelo, mas a sombra ou realce. Para os pelos pretos o destaque vai variar de brilhante ou branco para uma série de escurecimento em tons de cinza, mas não, porém, em preto – os tons mais escuros disponíveis devem ser reservados para as sombras positivas que definem as arestas dos pelos pretos , e não para os cabelos propriamente ditos.
Esta é a chave para o desenho negativo, a técnica que você deve aprender – como trabalho, o foco não completa a sua atenção sobre as linhas reais, mas sim o quê você está desenhando nos espaços entre elas. Em comum com a pintura em aquarela, o único branco que o artista à grafite dispõe é o branco do papel. Para produzir uma linha em branco essa linha deve estar com seus limites previamente definidos, descrevendo-a seu contorno com um tom mais escuro. A linha que desenhada não tem importância em si mesmo. É o espaço entre as linhas que é o primordial.

Estas são linhas pretas no branco ou linhas brancas no preto? Se estas são  linhas pretas desenhadas em papel branco, ou seja, fundo branco, então consequentemente são marcas de linhas positivas do desenho .Linhas brancas sobre fundo preto? O preto é o fundo porque ele define o limite do branco. O preto é desenhado exclusivamente para criar o branco. Esta é a negativa de desenho.


A folhagem é um exemplo de desenho positivo. As linhas do lápis de fornecem as marcas dominantes. E o fundo branço é claramente definido.Um exemplo de desenho negativo – Neste caso, as linhas de lápis servem apenas para definir os pelos branco dominante. Uma combinação – A sombra positiva traçada é estendida para cima e para baixo nas superfícies negativas do desenho.

Como se consegue isso?


Sempre que possível, eu trabalho do escuro para a claro. Do ponto de vista puramente prático, é muito mais fácil após desenhar uma parte,  passar o grafite no desenho em uma área com tom escuro já definido. Isso me permite usá-lo como uma ruptura – para atrair em uma direção para depois retornar e continuar na direção oposta. A orelha a esquerda da imagem ao lado (e o que eu estou querendo demonstrar). Gostaria de trabalhar nesta área em quatro fases distintas ….
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Fase 1: Tendo encontrado a minha área de sombra negra que é minha primeira etapa, estabeleço a sombra, ou seja  a borda superior onde iniciaria os fios brancos elaborando cuidadosamente tentando definir o melhor possível os fios claros e mais leves. Lembre-se, eu estou desenhando as sombras entre os cabelos aqui. O branco “cabelos” são deixados em branco até a próxima fase.
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Fase 2: Trabalhar a partir de escuro para a luz. A orelha é atraída de volta para dentro da sombra. Este desenho é negativo pois o destaque do desenho são os fios brancos entre o fundo de fios negros. Uma vez que estes pêlos são definidos, o tom é aplicado para dar a correta dimensão do 3D. A iluminação é continuamente ajustada para alcançar o efeito tri-dimensional necessário.
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Fase 3: Novamente o desenho é “grafitado” na sombra escura que se estende para baixo na área inferior a orelha. Se alguns dos fios de luz precisa voltar-se para a sombra isto pode ser conseguido usando uma borracha plastica ou borracha kneadable – Ao passar a borracha, uma linha de grafite e deslocada criando um borramento com o borracha ao misturar com a parte branca do papel, gerando o efeito desejado.
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Fase 4: O destaque do desenho negativo  será finalisado. Juntando as duas linhas de limite exterior, ou seja, as que sobressaem do conjunto, você consegue bons resultados. Estes formam agora uma linha positiva que é atraída para um ponto para terminar no final de cada cabelo. Compare os fios que ganham continuidade na fase 4, relacionando com a terceira.
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Conclusão …

Se trabalhar  uma pequena area de cada vez você fará o seu projeto global muito mais fácil e de melhor manipulação, tanto fisicamente, como mentalmente e vai mantê-lo firmemente sob controle. Não fique tentado a trabalhar em todo o desenho de uma só vez e nem tente preencher as áreas inteiras com um tom. Bem, sim – eu sei que o desenho ficará  completo muito mais rápido … e você poderá sentir que está estabelecendo uma forma, mas cuidado! – os destaques brilhantes que você precise fazer mais tarde poderam se tornar-se uma missão quase que impossível de se fazer, resultando em uma perda de vida no desenho e diferentes profundidades mediante aos tons empregados.
Sempre atente na direção da luz, considerando a posição de cada fio de cabelo que você definir e aplique a iluminação em conformidade com o original. Definindo  os cabelos/pelos, calcule e adicionar o seu devido tom no  local específico. Isso irá dar-lhe uma realidade impressionante – não trabalhe no desenho como um todo, trabalhe cada local isoladamente.”


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Ajude Juarez Anunciação

Se quer aprender como fazer hachuras, manda vê com esse Tutorial

Como eu já disse algumas vezes, gosto muito e admiro desenhos feitos em hachuras, acho super artístico! Acho muito difícil essa técnica, mas com umas dicas é possível fazer desenhos magníficos com ela!
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Tutorial – Como desenhar Nariz

Neste tutorial  feito por mim inspirado no tutorial Brian Duey (todas as imagens exceto a primeira, são de autoria de Brian Duey), podemos tirar uma idéia de como se desenhar um nariz realista. Aqui não está apresentado uma regra, e sim uma forma, de muitas formas de fazer. Cabe a cada artista adaptar ao seu estilo de desenhar! Juarez Anunciação
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Varias pessoas me perguntam aqui no “Juarez desenhos” dicas sobre para poder aperfeiçoar seu desenho de nariz, por isso, resolvi publicar este tutorial.

Passos para o desenho realista de Nariz

Passo 1 Primeiramente faça o esboço, ou seja, o contorno do nariz. Esse contorno deve ser feito com levesa, para que desapareça quando for sombrear
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Passo 2 Em seguida, pegar um lápis 3B (ou outro de sua escolha) e ir passando o grafite nas partes mais escuras do nariz. Não importa se ficou bom ou não, desde que fique homogênio, pois será esfumado depois.
Passo 3 Esfumar a parte que passou o grafite, buscando alcançar o tom original da imagem.
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Passo 4 Repetindo os 2 últimos passos, eu trabalho em outra área escura do nariz. Neste desenho, a fonte de luz está vindo da direita, então toda a sombra mais escura fica do lado esquerdo.
Passo 5 Agora começamos a trabalhar a área próxima à narina. Este é um dos lugares mais escuros em um nariz, porque ali está sendo recebida a sombra da narina. Esta parte também deve ser esfumada usando um esfuminho igual os passos anteriores. Ao trabalhar em um desenho, sempre tente lembrar-se qual a direção da fonte de luz está vindo.
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Passo 6 Em seguida, comece a fazer a parte de cima do nariz, onde a textura também é mais escura. No desenho realista geralmente é assim: Fazemos uma pequena parte de cada vez! é isto que garante um bom resultado!
Passo 7 O lado esquerdo do nariz fica sombreado. Com o esfuminho vou espalhando o grafite das partes escuras para as partes claras, fazendo um degrade. Se achar que deve escurecer mais alguma parte, basta aplicar mais grafite e esfumar mais um pouco.
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Passo 8 A parte mais escura da narina, esse lado esquerdo, geralmente uso o lápis 3B e em seguida uso o esfuminho para dar o acabamento.  Quando temos áreas muito escuras, como por exemplo o “buraco do nariz”, e precisamos fazer pelos, eu os faço apos escurecer, usando uma borracha plástica com uma beirada bem fina, passo a borracha com o objetivo de tirar o excesso de grafite. Outra opção seria passar o boleador antes de escurecer.
Passo 9 Depois de passar a borracha, faço alguns retoque com um lápis de ponta fina, caso a borracha tenha tirado mais grafite que deveria.
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Passo 10 Voltando-se ao nariz, começo a espalhar o grafite para as outras áreas com o esfuminho.
Passo 11 Vou espalhando, formando o tom mais leve que existe do outro lado do nariz. Mas eu também uso um pouco de lápis no lado direito, pois as vezes é preciso colocar um tom mais forte em algumas áreas, e nesse caso, uso o lápis.
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Passo 12 Agora começamos a trabalhar na parte do olho do lado direito.
Passo 13 O nariz já está basicamente pronto. Tudo o que você precisa fazer é refinar seu desenho, colocando alguns detalhes sutis, mas essenciais para deixar seu desenho com aspecto realista.Você pode adicionar poros para o nariz, os cabelos, as imperfeições, o que você queiser, até mesmo uma verruga. Os mais jovens estão mais propensos a ter uma pele mais lisa, e os mais de idade uma pele com imperfeições. lembre-se sempre disso, e terás sucesso.
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Passo 14 Nesse exemplo, escolhi fazer um desenho de um nariz de idoso, de forma que fosse visível os detalhes que podemos colocar, para tornar o desenho real. Então eu adicionei poros, sardas, luz, pelos, rugas e alguns para ele.
Espero que este tutorial tenha ajudado você de alguma forma ou de outra. Eu posso explicar como eu faço as coisas todos os dias, mas a idéia básica do desenho é apenas para entender como fazer os tons de fluxo e para treinar o olho para ver o que os outros não vêem. Pratique!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O ARTISTA PLASTICO BRASILEIRO JUAREZ ANUNCIAÇÃO CRIA O CARDEAL CLONE DO PICAPAU TRANSMITIDO PELA TV RECORD

POR; BIANCA LYU

Tudo sobre o Pica-Pau, o desenho que surgiu nos anos 40 e O Cardeal de Juarez Anunciação dos Santos que muitos dizem ser o Pica Pau Brasileiro


Walter Lantz (falecido em 1994), o criador do pássaro mais querido do mundo e que continua a fazer sucesso até hoje.


* Um dos mais populares desenhos animados do mundo é o Pica-Pau, um folgado e divertido pássaro que divertiu gerações e, ainda hoje, continua a fazer muito sucesso na TV - atualmente passa na Rede Record.
Pouca gente sabe, mas o Pica-Pau nasceu no início dos anos 40, e logo tornou-se um enorme sucesso.



O Pica-Pau é um personagem de desenho animado criado em 1940 pelo cartunista Walter Lantz e distribuído pelos Universal Studios.
Primeiros anos
Em 1940, Walter Lantz decidiu que só um novo desenho não era suficiente para tornar seu estúdio famoso. Ele queria um personagem que com certeza iria evoluir para uma estrela completa. Então, ele e sua equipe de animadores, apresentaram um novo adversário para Andy Panda e seu pai lidarem: um pica-pau louco.Walter Lantz mostrou o desenho do Pica-Pau a Bernie Kreisler o chefe de departamento da Universal Estúdios, mas ele rejeitou a novo desenho, intitulado "Knock Knock", dizendo que o pica-pau de Lantz era a coisa mais feia e desajeitada que ele já tinha visto. Mas Walter Lantz insistiu para que o produzisse, e disse que ele estava apostando tudo no personagem, e a Universal acabou produzindo o desenho, que foi um sucesso estrondoso, e Kreisler pediu a Walter Lantz novos episódios, como se nada tivesse acontecido. Depois do sucesso do Pica-Pau como coadjuvante no desenho do Andy Panda, eles resolveram fazer um desenho onde o Pica-Pau apareceria sozinho e seria o astro. Então Lantz precisou de um nome para o personagem, e decidiu chama-lo de "Woody Woodpecker", que foi também o título do desenho animado.
A criação do personagem
De acordo com um
agente de imprensa de Walter Lantz, a ideia de criar o Pica-Pau aconteceu durante um incidente na noite de núpcias de Walter Lantz e Grace Starford no Lago Sherwood, quando um pica-pau irritante passou a noite inteira bicando o telhado de um chalé que haviam alugado, e não deixando que ele e a esposa dormissem. Logo que o pássaro foi embora, e descobriram que o pica-pau havia aberto um monte de buracos no telhado, por onde a chuva começou a entrar, arruinando de uma vez a noite. A esposa de Walter Lantz, então teria dado a idéia para que o marido criasse um pica-pau irritante para aparecer em seus desenhos animados. Esta história, porém, não tem muita credibilidade, já que Walter e Grace não eram casados na época em que o Pica-Pau fez sua estréia nos desenhos animados, eles realmente se casaram em 1940, mas depois que o desenho já havia estreado.
Mudanças
Como todos os personagens de
Hollywood, o design do Pica-Pau mudou um pouco com o tempo. O desenho animado: O Barbeiro de Sevilha ("The Barber of Seville"), introduziu o novo visual do Pica-Pau que foi desenhado pelo animador Emery Hawkins, e que foi usado até o final dos anos 40.
Em
1944 no desenho-animado O Doido da Praia ("The Beach Nut"), foi introduzido um personagem de grande importância na carreira do Pica-Pau: seu rival de longa data: Leôncio ("Wally Walrus", nome que também aparece em alguns episódios dublados).
"A Canção do Pica-Pau"
O Pica-Pau foi um dos personagens mais populares dos
anos 40, e chegou a ganhar sua própria estrela na Calçada da Fama e até uma música tema chamada: A Canção do Pica-Pau ("The Woody Woodpecker Song"). A canção foi composta por Kay Kyser, e cantada por Gloria Wood e Harry Babbit, em 1948. A música foi um grande sucesso, vendendo cerca de 250.000 discos em 10 dias de lançamento. Em 1948 a "Canção do Pica-Pau" foi usada no desenho animado Apólice Cobertor ("Wet Blanket Policy"), este desenho teve a honra de ser o único que foi indicado para o Oscar de Melhor Música. E foi também neste desenho que foi introduzido um novo personagem: o Zeca Urubu ("Buzz Buzzard").


Durante os anos 50
Em
1949, por razões financeiras Walter Lantz teve que fechar o estúdio por um tempo, e reabre-o só em 1951. Nos anos 50 o Pica-Pau ganhou um novo design, que foi feito pela animadora LaVerne Harding. Nessa época, eles estavam sem ninguém para dublar a voz do Pica-Pau, então Walter Lantz marcou testes no estúdio para a escolher a nova voz. A esposa de Lantz, Grace Stafford, gravou a voz no estúdio sem ele saber. Quando Lantz foi ouvir as vozes para escolher uma, ele não sabia que sua esposa havia participado dos testes, e foi justamente ela quem ele escolheu, e ficou surpreso quando lhe disseram que aquela voz era de sua própria esposa.
Nos
anos 50, o Pica-Pau passou por diversas mudanças no seu visual, devido aos muitos animadores que trabalhavam em seus desenhos.
O Pica-Pau na Era da Televisão


E nos anos 60 o Pica-Pau ganhou seu próprio programa de TV chamado O Show do Pica-Pau ("The Woody Woodpecker Show"), que era exibido na rede de televisão ABC, patrocinado pelo cereal Kelloggs Rice Krispies. O Show do Pica-Pau chegou ao final em 1972 após 32 anos e 198 desenhos animados.
Em
1999, a Universal Animation Studios lançou uma nova série de desenhos animados do Pica-Pau chamada: O Novo Show do Pica-Pau "The New Woody Woodpecker Show". Neste novo desenho eles usaram o antigo design de 1947 para o Pica-Pau e seus amigos, e também criaram novos personagens como o gavião Tweaky que passou a ser o comparsa de Zeca Urubu em seus golpes, o Doutor Lelé e o texugo que sempre diz: "Oi, meu chapa!". Alguns dos personagens clássicos tiveram o seu visual totalmente alterado e ficaram irreconhecíveis, como é o caso da Meany Ranheta que teve a cor do cabelo mudada de preto para marrom e o formato do nariz um pouco alterado, ou o Dooley que apareceu nos desenhos sem barba e com uma aparência mais jovem, e também o Zé Jacaré que apareceu em apenas um episódio de 2002 podendo ser reconhecido apenas pelo seu chapéu e colete. O desenho teve três temporadas, e depois deixou de ser produzido.
A espécie do Pica-PauEm nenhum desenho animado nunca foi dita de que espécie exatamente é o personagem Pica-Pau (embora no episódio Esperto Contra Sabido ("Dumb Like a Fox") seja dito que o seu nome científico é "Campephilus Principalis"). O topete dele dá a entender que ele é um Pileated Woodpecker (uma espécie estadunidense de pica-pau), porém o design e as cores do corpo dele nos anos de 1944 até 1946, cabeça e pescoço vermelho, corpo azul escuro e peito branco, lembram mais um Red-headed woodpecker (outra espécie estadunidense que tem a cabeça vermelha mas não tem topete). O personagem parece ser uma mistura destas duas espécies, com o corpo de um Red-headed e topete de Pileated.
A risada do Pica-Pau


Uma característica inconfundível no Pica-Pau, é que no começo e no final de seus desenhos, ele sempre emite a sua famosa e estridente risada. Essa risada foi criada pelo dublador americano Mel Blanc antes mesmo da existência do Pica-Pau. Antes do Pica-Pau, Mel Blanc já tinha usado a risada para o coelho Happy Rabbit da Warner Bros (que mais tarde evoluiu para o Pernalonga "Bugs Bunny"), a risada foi usada pelo coelho em apenas quatro episódios. Sendo que o último episódio em que foi usada se chamava: "Elmer's Candid Camera", episódio que chegou a vir para o Brasil, e recebeu o título de: "A Câmera de Hortelino". No Brasil esse episódio foi primeiramente dublado em 1996 para a TV com o dublador Mário Monjardim fazendo a voz do coelho, e depois redublado em 2004 para o DVD, dessa vez com o dublador Alexandre Moreno, mas nas duas dublagens a risada que o coelho dá no fim do episódio (logo depois de chutar o Hortelino para dentro de uma lagoa) foi dublada em português como se o Pernalonga estivesse apenas rindo.
Depois de Happy Rabbit, Mel Blanc usou a risada para o Pica-Pau em seu primeiro desenho animado: "Knock Knock", risada que acabou combinando perfeitamente com o personagem e se tornou a marca registrada do pássaro. Mel Blanc dublou os três primeiros desenhos do Pica-Pau até o episódio "'Pantry Panic" em
1941, mas depois disso Blanc assinou um contrato de exclusividade com a Warner Bros, que só permitia que ele fizesse as vozes dos personagens da Warner, e ele não pode continuar a fazer a voz do Pica-Pau, e foi substituído pelo dublador Ben Hardaway e também pela própria esposa de Walter Lantz, Grace Stafford, porém a risada que Blanc havia gravado foi usada até o final dos anos 40 e em 1951 os outros dubladores tiveram que adaptar a risada com suas próprias vozes, por isso ela foi mudando um pouco durante os anos.
No filme
Looney Tunes de Volta a Ação há uma cena cortada que faz referência ao fato de que a risada criada por Mel Blanc ja havia sido usada no Pernalonga, a cena mostra o Pernalonga sendo atingido pelo raio do diamante "Macaco Azul" e se transformando de novo em sua "forma primitiva" (que é o Happy Rabbit) e dando por duas vezes a famosa risada porém com a voz bem grossa, a cena acabou não entrando para o filme, apenas nos extras do DVD.

NASCIA O CARDEAL........



Juarez anunciação dos santos o maior Artista gráfico da Bahia de todos os tempos ,nasceu em salvador/BA em 27/12/89 devido a perda do registro de nascimento em 2007 e tendo que tirar a segunda via, acabou ficando 29/12/89 aumentando 2 dias. não querendo voltar ao cartório ficou com a data de nascimento aumentada ate o dia de Hoje!  Desenhista,  Hiper realista, Criador gráfico de HQ , Ilustrador de livros, Artista plástico, Escultor ,Roteirista é Escritor de HQ e Mangá.  mora em Alagoinhas/BA , más vive viajando por aí em feiras do livro  ,escolas , livrarias e fazendo palestra  em pontos de cultura.
 A ideia  de  criar as aventuras do Cardeal nasceu em uma tarde  quando estava em conversa com os amigos resenhado a respeito  do '' Pica-pau'' , Juarez Anunciação pegou um pedaço de papel e na mesma hora rabiscou um pássaro mostrando pros amigos dizendo; Este é o Cardeal o meu Pica pau Brasileiro!







 Muitos na mesma hora deram gargalhadas achava que era apenas
mais uma brincadeirinha de Juarez. O Artista foi mais além e não só desenhou como também coloriu as primeiras tirinhas do Cardeal.





O Cardeal virou animação é ganho sua História em quadrinho veja mais novidades no Blog; http://aventurasdocardeal.blogspot.com.br/
 
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